AGENDA

SOBRE NÓS

ASSINAR

APOIAR

“Sem dor, sem ganho”

[Lugar (in)comum]

“Sem dor, sem ganho”

Como é que uma expressão, originalmente utilizada para transformação física, se transforma neste dogma tóxico que confunde sofrimento com eficiência? Depois de décadas a repetir “no pain, no gain” como se fosse uma lei universal, acabámos por transformar uma frase de ginásio num dogma que legitima a exaustão.

“Não voltes ao lugar onde já foste feliz”

[Lugar (in)comum]

“Não voltes ao lugar onde já foste feliz”

O primeiro texto de Lugar (in)comum, a nova rubrica assinada por Júlia Costa. Porque as palavras que repetimos moldam a forma como pensamos. E levar os clichés demasiado a sério não é sabedoria — é uma preguiça mental que nos afasta do essencial.

‘x’ de xenofobia – entre o medo e o crime

[Dicionário particular III]

‘x’ de xenofobia – entre o medo e o crime

Confundir racismo e xenofobia numa conversa de café parece inofensivo. No entanto, é uma ingenuidade perigosa e num país como Portugal, que gosta de se afirmar como “de brandos costumes”, esta confusão serve, demasiadas vezes, para varrer para debaixo do tapete a gravidade de atitudes que não são apenas preconceituosas e que são ilegais e criminosas. [Texto de Júlia Costa].

Luís Represas: Há nomes que parecem predestinados

Evocação

Luís Represas: Há nomes que parecem predestinados

“Há nomes que parecem predestinados, profecias registadas numa qualquer conservatória do registo civil. Luís Paulo Fontes Represas é um deles, uma biografia que parece ter sido escrita pela mecânica da água.” [Texto de Júlia Costa]

‘v’ de Venezuela – onde estava Deus quando a terra tremeu?

[Dicionário particular III]

‘v’ de Venezuela – onde estava Deus quando a terra tremeu?

Perante as imagens de devastação de um país como a Venezuela, que já enfrentava uma profunda crise económica, social e política que afetava seriamente os cidadãos e os serviços básicos, é difícil não cair na tentação de pensar num abandono divino. Aqui e ali, surge a inquietação: “Porquê, meu Deus?”; “Então, e Deus, estava onde?”. [Texto de Júlia Costa]

‘u’ de urgências – coreografia de uma espera

[Dicionário particular III]

‘u’ de urgências – coreografia de uma espera

Quando se entra pelas portas automáticas de uma urgência hospitalar o tempo cronológico fica lá fora. Ali dentro, a medida é outra: é a da ansiedade, do compasso de espera e do sobressalto. Sentei-me numa das cadeiras azuis de plástico, geometricamente alinhadas, que parecem desenhadas para lembrar a nossa própria fragilidade. [Texto de Júlia Costa].

‘t’ de trilionário

[Dicionário particular III]

‘t’ de trilionário

Os números são o meu dia-a-dia, mas tenho alguma dificuldade em processar números com demasiados zeros. Prefiro contagens simples como contar os dias que faltam para ir de férias. Sinto-me totalmente incapaz de alcançar a abstração vertiginosa de um trilião de euros, mas é isso que Elon Musk tem carimbado na testa desde que a SpaceX entrou na bolsa de valores. [Texto de Júlia Costa].

“Sem dor, sem ganho”

[Lugar (in)comum]

“Sem dor, sem ganho”

Como é que uma expressão, originalmente utilizada para transformação física, se transforma neste dogma tóxico que confunde sofrimento com eficiência? Depois de décadas a repetir “no pain, no gain” como se fosse uma lei universal, acabámos por transformar uma frase de ginásio num dogma que legitima a exaustão.

“Não voltes ao lugar onde já foste feliz”

[Lugar (in)comum]

“Não voltes ao lugar onde já foste feliz”

O primeiro texto de Lugar (in)comum, a nova rubrica assinada por Júlia Costa. Porque as palavras que repetimos moldam a forma como pensamos. E levar os clichés demasiado a sério não é sabedoria — é uma preguiça mental que nos afasta do essencial.

‘x’ de xenofobia – entre o medo e o crime

[Dicionário particular III]

‘x’ de xenofobia – entre o medo e o crime

Confundir racismo e xenofobia numa conversa de café parece inofensivo. No entanto, é uma ingenuidade perigosa e num país como Portugal, que gosta de se afirmar como “de brandos costumes”, esta confusão serve, demasiadas vezes, para varrer para debaixo do tapete a gravidade de atitudes que não são apenas preconceituosas e que são ilegais e criminosas. [Texto de Júlia Costa].

Luís Represas: Há nomes que parecem predestinados

Evocação

Luís Represas: Há nomes que parecem predestinados

“Há nomes que parecem predestinados, profecias registadas numa qualquer conservatória do registo civil. Luís Paulo Fontes Represas é um deles, uma biografia que parece ter sido escrita pela mecânica da água.” [Texto de Júlia Costa]

‘v’ de Venezuela – onde estava Deus quando a terra tremeu?

[Dicionário particular III]

‘v’ de Venezuela – onde estava Deus quando a terra tremeu?

Perante as imagens de devastação de um país como a Venezuela, que já enfrentava uma profunda crise económica, social e política que afetava seriamente os cidadãos e os serviços básicos, é difícil não cair na tentação de pensar num abandono divino. Aqui e ali, surge a inquietação: “Porquê, meu Deus?”; “Então, e Deus, estava onde?”. [Texto de Júlia Costa]

‘u’ de urgências – coreografia de uma espera

[Dicionário particular III]

‘u’ de urgências – coreografia de uma espera

Quando se entra pelas portas automáticas de uma urgência hospitalar o tempo cronológico fica lá fora. Ali dentro, a medida é outra: é a da ansiedade, do compasso de espera e do sobressalto. Sentei-me numa das cadeiras azuis de plástico, geometricamente alinhadas, que parecem desenhadas para lembrar a nossa própria fragilidade. [Texto de Júlia Costa].

‘t’ de trilionário

[Dicionário particular III]

‘t’ de trilionário

Os números são o meu dia-a-dia, mas tenho alguma dificuldade em processar números com demasiados zeros. Prefiro contagens simples como contar os dias que faltam para ir de férias. Sinto-me totalmente incapaz de alcançar a abstração vertiginosa de um trilião de euros, mas é isso que Elon Musk tem carimbado na testa desde que a SpaceX entrou na bolsa de valores. [Texto de Júlia Costa].

Últimas Notícias

Últimas Notícias

“Estás tão bem para a idade!”

[Lugar (in)comum]

“Estás tão bem para a idade!” novidade

“O envelhecimento passou a ser um exame contínuo, em que a nota de passagem é parecer ter, no mínimo, menos dez anos. E quem falha o teste – quem ganha rugas, assume os cabelos brancos, ajusta o tom da voz ou desacelera o ritmo – é visto como desleixado, como se envelhecer não fosse a consequência lógica de estar vivo.” [Texto de Júlia Costa]

Futuro da humanidade depende do modo como enfrentarmos quatro desafios dominados pelo poder

António Guterres

Futuro da humanidade depende do modo como enfrentarmos quatro desafios dominados pelo poder novidade

A guerra, as desigualdades, as alterações climáticas e a inteligência artificial (IA) são os quatro grandes desafios que a humanidade enfrenta e, ainda que o nosso futuro dependa da forma como os enfrentarmos, é preciso reconhecer que “em todos os quatro desafios a questão decisiva é o poder”, afirmou António Guterres no seu último discurso como secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), cargo que vai deixar no final deste ano.

7MARGENS é um jornal digital
de Religiões, Espiritualidades e Culturas

Propriedade de Associação Porta 18 [ACSFL]
R. da Páscoa, 12 – R/C Dtº – 1250-179 Lisboa | NIPC: 514 876 905
Redação Lisboa: Largo da Luz, 11, 1600-764 LISBOA
IBAN: PT50 0035 0675 0004 6941 7308 1 (CGD)

O 7MARGENS aceita e incentiva a colaboração escrita, em vídeo ou audio dos seus leitores.
Reserva-se o direito de os difundir ou não e aconselha que os textos não excedam os 4.000 caracteres.

Pin It on Pinterest