Mais de 370 líderes espirituais internacionais a proibição global da terapia de “conversão” LGBT, uma prática que visa mudar a orientação sexual ou identidade de género de uma pessoa.
Mais de 370 líderes espirituais internacionais a proibição global da terapia de “conversão” LGBT, uma prática que visa mudar a orientação sexual ou identidade de género de uma pessoa.
A escritora polaca vencedora do Nobel da Literatura, Olga Tokarczuk, recusou-se a receber a cidadania honorária da Baixa Silésia, região da Polónia onde reside, porque a mesma honra seria atribuída em simultâneo a um bispo católico que tem feito comentários hostis em relação à comunidade LGBT.
A Conferência Episcopal Polaca publicou um documento de 27 páginas sobre questões LGBT+, no qual sublinha que as pessoas com sentimentos homossexuais devem ser respeitadas, mas que, ao mesmo tempo, devem ser criados centros para ajudar os que pretendem “recuperar a sua orientação sexual natural” – ou seja, sugerindo a terapia de conversão.
“Isto é uma piada. Ninguém pode expressar algo relacionado com a ciência e a religião que se oponha ao que estas pessoas [comunidade LGBT e os seus apoiantes] pensam”, afirma o padre Rodrigo Arruda, do Recife (Brasil) a propósito da acusação movida contra ele por alegada homofobia, que deu origem a um inquérito aberto pelo procurador do estado de Pernambuco.
O próprio escreveu na sua conta da rede social Twitter que foi um dos momentos mais importantes da sua vida: “Senti-me hoje encorajado, consolado e inspirado pelo Santo Padre. E o tempo que gastou comigo, no meio de um dia ocupado e de uma vida cheia, parece um sinal claro do seu profundo cuidado pastoral com os católicos LGBT e as pessoas LGBT em todo o mundo.”
O Vaticano publicou pela primeira vez um manual inteiramente dedicado ao tema do “género”. O documento da Congregação para a Educação Católica “Homem e mulher, os criou. Para uma via de diálogo sobre a questão de género na educação” surge como uma resposta às solicitações de vários bispos de forma a poderem abordar o assunto junto das suas comunidades. Mas há grupos católicos que apareceram nos últimos dias a criticar o texto.
Para se enfrentar tempos de desolação e incerteza, como os que se vivem hoje no Brasil com a vitória da ultradireita, convém olhar para a história da conquista dos direitos humanos de LGBT, negros e mulheres. A memória do passado permite ver o presente em perspectiva, mantendo vivos valores, utopias e esperanças.
A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias anunciou esta quinta-feira, 4 de Abril, que os membros da Igreja que partilhem o casamento homossexual “não serão mais considerados apóstatas”, isto é, fora da Igreja.
Mais de 370 líderes espirituais internacionais a proibição global da terapia de “conversão” LGBT, uma prática que visa mudar a orientação sexual ou identidade de género de uma pessoa.
A escritora polaca vencedora do Nobel da Literatura, Olga Tokarczuk, recusou-se a receber a cidadania honorária da Baixa Silésia, região da Polónia onde reside, porque a mesma honra seria atribuída em simultâneo a um bispo católico que tem feito comentários hostis em relação à comunidade LGBT.
A Conferência Episcopal Polaca publicou um documento de 27 páginas sobre questões LGBT+, no qual sublinha que as pessoas com sentimentos homossexuais devem ser respeitadas, mas que, ao mesmo tempo, devem ser criados centros para ajudar os que pretendem “recuperar a sua orientação sexual natural” – ou seja, sugerindo a terapia de conversão.
“Isto é uma piada. Ninguém pode expressar algo relacionado com a ciência e a religião que se oponha ao que estas pessoas [comunidade LGBT e os seus apoiantes] pensam”, afirma o padre Rodrigo Arruda, do Recife (Brasil) a propósito da acusação movida contra ele por alegada homofobia, que deu origem a um inquérito aberto pelo procurador do estado de Pernambuco.
O próprio escreveu na sua conta da rede social Twitter que foi um dos momentos mais importantes da sua vida: “Senti-me hoje encorajado, consolado e inspirado pelo Santo Padre. E o tempo que gastou comigo, no meio de um dia ocupado e de uma vida cheia, parece um sinal claro do seu profundo cuidado pastoral com os católicos LGBT e as pessoas LGBT em todo o mundo.”
O Vaticano publicou pela primeira vez um manual inteiramente dedicado ao tema do “género”. O documento da Congregação para a Educação Católica “Homem e mulher, os criou. Para uma via de diálogo sobre a questão de género na educação” surge como uma resposta às solicitações de vários bispos de forma a poderem abordar o assunto junto das suas comunidades. Mas há grupos católicos que apareceram nos últimos dias a criticar o texto.
Para se enfrentar tempos de desolação e incerteza, como os que se vivem hoje no Brasil com a vitória da ultradireita, convém olhar para a história da conquista dos direitos humanos de LGBT, negros e mulheres. A memória do passado permite ver o presente em perspectiva, mantendo vivos valores, utopias e esperanças.
A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias anunciou esta quinta-feira, 4 de Abril, que os membros da Igreja que partilhem o casamento homossexual “não serão mais considerados apóstatas”, isto é, fora da Igreja.
Ensaio
Identidade e missão do professor de EMRC na escola novidadeA identidade e a missão do professor de Educação Moral e Religiosa Católica (EMRC) na escola pode ser vista sob múltiplos pontos de vista; porém, desejo fazê-lo a partir de três palavras ou pilares que considero substanciais. Estruturo esta reflexão a partir do “habitar-se”, do “habitar com” e do “habitar o ainda não”. [Texto de Adriano Batista, intervenção no Simpósio sobre a Educação e Escola em Portugal].
[Sete Partidas]
As cápsulas novidadeNo radio do carro tocava um CD da Rosalía e comecei a pensar no que já me disseram sobre o meu carro, pequeno e velho, dito em várias variações. Não levo a mal. É verdade, mas tem tudo o que preciso. Abrigo do sol, do frio, da chuva e da neve. Confiável. Riscado e muitas vezes sujo por fora, mas por dentro limpo e arrumado. Um pouco na ordem como valorizo as coisas na vida. Menos ostentação, mais conteúdo. [Texto de Inês Patrício, Berlim].
Nomeada pelo Papa
Pela primeira vez, uma mulher irá presidir às Obras Missionárias Pontifícias novidadeO Papa Leão XIV nomeou a religiosa irlandesa Mary Teresa Barron para presidir às Obras Missionárias Pontifícias (OMP), o que fará dela a primeira mulher a assumir a liderança deste organismo, responsável por apoiar a ação missionária da Igreja Católica em todo o mundo.
Testemunho
Perseu declara-se vítimaEscrevo como sobrevivente de abuso sexual na Igreja. Estive calado trinta e seis anos. Sou acompanhado há mais de oito. Não escrevo para defender a instituição, e nada lhe devo. Defendo duas coisas apenas: os sobreviventes e a Graça. [Testemunho de um sobrevivente de abuso sexual na Igreja Católica].
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