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“Em Montserrat é sempre festa”

“Em Montserrat é sempre festa”

A cerca de 60 km de Barcelona ergue-se um maciço rochoso que por parecer um monte que foi serrado lhe valeu o nome de Montserrat. Montserrat é um parque natural e, desde 1025, ali se encontra um mosteiro beneditino. É também um santuário mariano onde se venera a imagem da Moreneta, assim chamada devido à sua cor escura.

Descanso onde o Sado se encontra com o Atlântico

Descanso onde o Sado se encontra com o Atlântico

Eu e a minha mulher nascemos e crescemos em famílias que ganharam o pão de cada dia na pesca. Nascemos e fomos criados num ambiente com odor a maresia e o sal nas veias. Por isso, o lugar de descanso preferido é em sítios onde possamos continuar a respirar a maresia e a sentir no corpo o sal que uns mergulhos na praia nos proporcionam.

Ecos da Savana

Ecos da Savana

Nesta viagem de sabores intensos, começámos pelas Cataratas Vitória (Victoria Falls), conhecidas localmente como “Mosi-oa-Tunya” ou, no nosso idioma, “o fumo que troveja”. São uma das maiores quedas de água do mundo e situam-se no Rio Zambeze, na fronteira entre o Zimbabwe e a Zâmbia. [Texto de Margarida Cordo].

Jardim Romântico: Parque D. Carlos I

Jardim Romântico: Parque D. Carlos I

O Sol brilhava, inundando de luz toda aquela vastidão e eu caminhava pela Terra batida. De um e outro lado, a relva verde, muito bem regada, as frondosas e transcendentais árvores de folhas verdes e algumas com flores amarelas, rosa, laranja, rosa alaranjadas, arroxeadas, douradas, inúmeras e belas esculturas, algumas das quais profundamente significativas. Os pássaros chilreavam.

Ermida de Nossa Senhora da Penha – Grândola

Ermida de Nossa Senhora da Penha – Grândola

Tenho para com a vila de Grândola uma relação especial. Foi ali que vivi durante alguns anos da minha infância e adolescência. Guardo ainda grata memória desses tempos, da casa em que vivi e sobretudo dos membros da minha família com quem me foi dado partilhar o esperançoso quotidiano.

Siena: viagem à Idade Média

Siena: viagem à Idade Média

Cheguei a Siena no dia 29 de junho de 2016. Ia por três meses. Fiquei seis. Fui fazer um curso intensivo de italiano e descobri uma joia pela qual me apaixonei. Deixei-me conquistar pela atmosfera medieval, pelo encanto das ruelas e dos becos, pelo esplendor dos palácios e da catedral, pelo fim de tarde sentada na Piazza del Campo a contemplar o Palazzo Pubblico.

Da quilha do “meu barco” na Corunha

Da quilha do “meu barco” na Corunha

Este ano, por circunstâncias várias, tardaram os meus usuais oito dias de férias na Corunha. Não, não estou em qualquer transatlântico a olhar a longa e redonda silhueta desta magnífica cidade galega. Estou sentada numa mesa da sala da casa da minha irmã que tem três frentes, três luminosas frentes, para a praia da Riazor na vertente mais industrial e menos turística da cidade, outrora a praia dos pescadores

“Em Montserrat é sempre festa”

“Em Montserrat é sempre festa”

A cerca de 60 km de Barcelona ergue-se um maciço rochoso que por parecer um monte que foi serrado lhe valeu o nome de Montserrat. Montserrat é um parque natural e, desde 1025, ali se encontra um mosteiro beneditino. É também um santuário mariano onde se venera a imagem da Moreneta, assim chamada devido à sua cor escura.

Descanso onde o Sado se encontra com o Atlântico

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Eu e a minha mulher nascemos e crescemos em famílias que ganharam o pão de cada dia na pesca. Nascemos e fomos criados num ambiente com odor a maresia e o sal nas veias. Por isso, o lugar de descanso preferido é em sítios onde possamos continuar a respirar a maresia e a sentir no corpo o sal que uns mergulhos na praia nos proporcionam.

Ecos da Savana

Ecos da Savana

Nesta viagem de sabores intensos, começámos pelas Cataratas Vitória (Victoria Falls), conhecidas localmente como “Mosi-oa-Tunya” ou, no nosso idioma, “o fumo que troveja”. São uma das maiores quedas de água do mundo e situam-se no Rio Zambeze, na fronteira entre o Zimbabwe e a Zâmbia. [Texto de Margarida Cordo].

Jardim Romântico: Parque D. Carlos I

Jardim Romântico: Parque D. Carlos I

O Sol brilhava, inundando de luz toda aquela vastidão e eu caminhava pela Terra batida. De um e outro lado, a relva verde, muito bem regada, as frondosas e transcendentais árvores de folhas verdes e algumas com flores amarelas, rosa, laranja, rosa alaranjadas, arroxeadas, douradas, inúmeras e belas esculturas, algumas das quais profundamente significativas. Os pássaros chilreavam.

Ermida de Nossa Senhora da Penha – Grândola

Ermida de Nossa Senhora da Penha – Grândola

Tenho para com a vila de Grândola uma relação especial. Foi ali que vivi durante alguns anos da minha infância e adolescência. Guardo ainda grata memória desses tempos, da casa em que vivi e sobretudo dos membros da minha família com quem me foi dado partilhar o esperançoso quotidiano.

Siena: viagem à Idade Média

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Cheguei a Siena no dia 29 de junho de 2016. Ia por três meses. Fiquei seis. Fui fazer um curso intensivo de italiano e descobri uma joia pela qual me apaixonei. Deixei-me conquistar pela atmosfera medieval, pelo encanto das ruelas e dos becos, pelo esplendor dos palácios e da catedral, pelo fim de tarde sentada na Piazza del Campo a contemplar o Palazzo Pubblico.

Da quilha do “meu barco” na Corunha

Da quilha do “meu barco” na Corunha

Este ano, por circunstâncias várias, tardaram os meus usuais oito dias de férias na Corunha. Não, não estou em qualquer transatlântico a olhar a longa e redonda silhueta desta magnífica cidade galega. Estou sentada numa mesa da sala da casa da minha irmã que tem três frentes, três luminosas frentes, para a praia da Riazor na vertente mais industrial e menos turística da cidade, outrora a praia dos pescadores

Últimas Notícias

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Último desejo de Francisco: os bolinhos da amiga Jacoba

Ano jubilar-800 anos da morte (8)

Último desejo de Francisco: os bolinhos da amiga Jacoba novidade

O Papa Leão XIV proclamou, desde 10 de janeiro e até final deste ano, um ano jubilar assinalando os 800 anos da morte de Francisco de Assis, ocorrida em 3 de outubro de 1226 – a festa litúrgica é assinalada dia 4. Com esse pretexto, o 7MARGENS publica, até final do ano, nos dias 3 ou 4 de cada mês, uma série de dez textos da autoria de frei Isidro Lamelas, da Ordem dos Frades Menores, professor de Teologia. Este é o oitavo texto da série.

O meu tio Fred

[Arquipélago Jerusalém]

O meu tio Fred

Contra a vaga da direita radical e de antisemitismo que assalta a França e a Alemanha e que tem expressão em vitórias eleitorais, gostaria de evocar o legado do meu tio-bisavô Fréderic Kohn-Abrest (1850-1893). Foi um ilustre jornalista, dramaturgo e ensaísta que viveu entre Paris e Viena e lutou nesses tempos longínquos para criar pontes entre os europeus. [Texto de Mendo Castro Henriques].

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