Sucediam-se por aqueles dias do fim da Quaresma de 1974, as manifestações por toda a cidade de Nampula (Moçambique), onde a efígie do bispo Vieira Pinto era o tambor em que todos se fartavam de bater. Tinha chegado aos ouvidos de muitos que o prelado defendia ideias pouco amistosas sobre a independência da então “província ultramarina” do Índico.








