Quem conheceu o padre Mário de Oliveira, de Macieira da Lixa, sabe bem que este era um cristão de partilha; mesmo depois de a sua diocese não o ter nomeado para funções pastorais, foi com desassombro que assumiu a teologia da libertação e ao lado de muitos outros, em exemplo de vida e de coerência próprias. Deixa-nos um legado de vários livros onde expõe as suas opiniões sobre a Igreja, que ele amou até ao fim da sua vida.







