Há quem pense que o percurso sinodal da Igreja Católica representa um desafio para uma evangelização nova por andarmos a competir com o Facebook. Talvez seja por isso que muitas pessoas acreditem que “se não os podes vencer, junta-te a eles”.
Há quem pense que o percurso sinodal da Igreja Católica representa um desafio para uma evangelização nova por andarmos a competir com o Facebook. Talvez seja por isso que muitas pessoas acreditem que “se não os podes vencer, junta-te a eles”.
A escuta sinodal continua e tem prazo. Mas se a sinodalidade deveria ser o modo de sermos Igreja, quando terminar o Sínodo dos bispos sobre esse assunto e passarmos a outro, deixará de haver escuta sinodal?
No espírito da Igreja Sinodal que nos convida a caminharmos juntos existe espaço para a partilha aberta com parrésia. Talvez por esse motivo se tenha avançado com maior fulgor as preocupações legítimas dos LGBTQIA+, como noticiado no Sete Margens, e mais tarde as questões abordadas na Conferência Episcopal Alemã como o celibato opcional, diaconato feminino ou escolha dos bispos. Como pai, aquilo que diz respeito ao sacramento da ordem penso que será de reflectir profundamente, mas no que diz respeito às orientações sexuais, estes acontecimento deixaram-me preocupado.
Não Olhem Para Cima é uma nova sátira da Netflix escrita e realizada por Adam McKay e que conta a história de dois astrónomos que entram em pânico para chamar a atenção da humanidade para a colisão de um cometa cujo tamanho gerará uma extinção em massa. Em suma, a humanidade deixará de existir. A sátira está numa humanidade que vive de tal forma na sua bolha de entretenimento, entre sondagens políticas e programas da manhã que, simplesmente, não quer saber.
O que seria da vida espiritual se viesse com um GPS a ela agarrado?
É verdade que as decisões políticas afectam a vida dos povos, mas o precedente aberto nas COP de que uma nação pode voltar atrás com os compromissos assumidos (como aconteceu com os Estados Unidos), leva a que as palavras pronunciadas desde então soem sempre a vazio, como o olhar de pedra dos gigantes da Ilha de Páscoa. O primeiro-ministro da Índia assumiu o compromisso na COP26 de trabalhar para que a sua nação atinja as emissões-zero em 2050.
No trabalho ou em qualquer outra responsabilidade todos desejamos que tenham confiança em nós e no discernimento que fazemos das coisas. Quantas pessoas não fazem a menor ideia da rede complexa de relacionamentos que estão em jogo e que, por detrás dos silêncios, existe uma visão do todo cuja compreensão exige tempo para a assimilar, não um tweet. Assume, aqui, importância, desenvolver uma cultura da confiança em quem assume determinadas responsabilidades.
No dia 1 de setembro começou o Tempo da Criação para diversas Igrejas Cristãs. Nesse dia, o Papa Francisco, o Patriarca Bartolomeu e o Arcebispo de Canterbury Justin assinaram uma “Mensagem Conjunta para a Protecção da Criação” (não existe – ainda – tradução em português). Talvez tenha passado despercebida, mas vale a pena ler.
Há quem pense que o percurso sinodal da Igreja Católica representa um desafio para uma evangelização nova por andarmos a competir com o Facebook. Talvez seja por isso que muitas pessoas acreditem que “se não os podes vencer, junta-te a eles”.
A escuta sinodal continua e tem prazo. Mas se a sinodalidade deveria ser o modo de sermos Igreja, quando terminar o Sínodo dos bispos sobre esse assunto e passarmos a outro, deixará de haver escuta sinodal?
No espírito da Igreja Sinodal que nos convida a caminharmos juntos existe espaço para a partilha aberta com parrésia. Talvez por esse motivo se tenha avançado com maior fulgor as preocupações legítimas dos LGBTQIA+, como noticiado no Sete Margens, e mais tarde as questões abordadas na Conferência Episcopal Alemã como o celibato opcional, diaconato feminino ou escolha dos bispos. Como pai, aquilo que diz respeito ao sacramento da ordem penso que será de reflectir profundamente, mas no que diz respeito às orientações sexuais, estes acontecimento deixaram-me preocupado.
Não Olhem Para Cima é uma nova sátira da Netflix escrita e realizada por Adam McKay e que conta a história de dois astrónomos que entram em pânico para chamar a atenção da humanidade para a colisão de um cometa cujo tamanho gerará uma extinção em massa. Em suma, a humanidade deixará de existir. A sátira está numa humanidade que vive de tal forma na sua bolha de entretenimento, entre sondagens políticas e programas da manhã que, simplesmente, não quer saber.
O que seria da vida espiritual se viesse com um GPS a ela agarrado?
É verdade que as decisões políticas afectam a vida dos povos, mas o precedente aberto nas COP de que uma nação pode voltar atrás com os compromissos assumidos (como aconteceu com os Estados Unidos), leva a que as palavras pronunciadas desde então soem sempre a vazio, como o olhar de pedra dos gigantes da Ilha de Páscoa. O primeiro-ministro da Índia assumiu o compromisso na COP26 de trabalhar para que a sua nação atinja as emissões-zero em 2050.
No trabalho ou em qualquer outra responsabilidade todos desejamos que tenham confiança em nós e no discernimento que fazemos das coisas. Quantas pessoas não fazem a menor ideia da rede complexa de relacionamentos que estão em jogo e que, por detrás dos silêncios, existe uma visão do todo cuja compreensão exige tempo para a assimilar, não um tweet. Assume, aqui, importância, desenvolver uma cultura da confiança em quem assume determinadas responsabilidades.
No dia 1 de setembro começou o Tempo da Criação para diversas Igrejas Cristãs. Nesse dia, o Papa Francisco, o Patriarca Bartolomeu e o Arcebispo de Canterbury Justin assinaram uma “Mensagem Conjunta para a Protecção da Criação” (não existe – ainda – tradução em português). Talvez tenha passado despercebida, mas vale a pena ler.
[Arquipélago Jerusalém]
Logo ao sair da água, viu os céus rasgarem-se … novidadeAcordamos e consultamos as notícias e fica a impressão que o mundo está muito desarrumado e que somos impotentes para o modificar; que pouco podemos fazer contra a ideologia trumpista, putinista e xijinpinguista – que mistura consumismo e força bruta: preciso de poder comprar o que quero e, se não puder comprar, posso tomá-lo à força. A propaganda alcança o seu fim quando já dispensamos o propagandista e passamos nós próprios a repeti-la. [Texto de Mendo Castro Henriques].
“Viola Lei”
Comissão da Liberdade Religiosa condena presença do patriarca em bênção de escola pública novidadeA Comissão da Liberdade Religiosa considera que a presença do patriarca Rui Valério na cerimónia de inauguração de uma escola pública de Cascais onde estiveram o Presidente da República, primeiro-ministro e ministro da Educação “viola claramente” a Lei da Liberdade Religiosa” e o princípio da não confessionalidade”.
Exéquias este sábado
Morreu António Vitalino, bispo emérito de Beja, aos 84 anos novidadeAntónio Vitalino Dantas, bispo emérito de Beja, morreu esta sexta-feira, 9 de outubro, aos 84 anos, no Hospital de Braga. As exéquias estão marcadas para este sábado, 10 de outubro, com missa às 16h00, na igreja Matriz de Parada de Gatim.
Em 2016 eram quatro milhões
Só numa “app” há quase 20 milhões de pessoas que leem a Bíblia todos os diasMais de 18,5 milhões de pessoas em todo o mundo leem diariamente excertos da Bíblia através da aplicação da YouVersion, um crescimento de 13 por cento quando comparado com 2025, anunciou a empresa que está a preparar a segunda edição do Mês Global da Bíblia.
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