As mulheres movem-se hoje em dois mundos muito diferentes. Se num deles estão a conquistar as posições a que têm naturalmente direito, no outro permanecem acantonadas por condicionamentos culturais, políticos, sociais e religiosos.
As mulheres movem-se hoje em dois mundos muito diferentes. Se num deles estão a conquistar as posições a que têm naturalmente direito, no outro permanecem acantonadas por condicionamentos culturais, políticos, sociais e religiosos.
Numa reportagem de televisão sobre o narcotráfico no México, a jornalista Fausta Speranza, editora da secção internacional do L’Osservatore Romano, da Santa Sé, tem muitas mulheres a falar durante os 45 minutos do documentário. O único homem que aceitou dar a cara (Fausta abordou muitos outros que recusaram) tinha a barriga cheia de cicatrizes mas “não se lembrava” porquê.
O Papa Francisco nomeou pela primeira vez sete mulheres para a Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e Sociedades de Vida Apostólica (CIVCSVA), o organismo do Vaticano que tutela as ordens e congregações religiosas.
A Escola de Teologia e Ministério do Boston College, instituição jesuíta de ensino superior nos Estados Unidos, anunciou que vai organizar um curso de ensino à distância intitulado “As mulheres na Igreja”.
A exposição A Metade do Céu, com obras de 60 mulheres artistas, e que está no Museu Árpád Szenes-Vieira da Silva, em Lisboa, até 23 de Junho será um dos focos da Jornada Nacional da Pastoral da Cultura, que decorre neste sábado, 1 de Junho, durante todo o dia, em Fátima.
Para se enfrentar tempos de desolação e incerteza, como os que se vivem hoje no Brasil com a vitória da ultradireita, convém olhar para a história da conquista dos direitos humanos de LGBT, negros e mulheres. A memória do passado permite ver o presente em perspectiva, mantendo vivos valores, utopias e esperanças.
“Nós, as mulheres, queremos uma verdadeira renovação da nossa Igreja. Queremos participar na sua vida e nas suas decisões. Queremos que todos possam seguir a sua vocação, como irmãs e irmãos, com os olhos postos em Jesus Cristo, que nos deixou o encargo de tornar visível no mundo o amor de Deus.”
Numa conversa sem filtro, o cardeal Ravasi fala dos abusos sexuais na Igreja e da pequenez dos políticos, de sucesso e fé cristã, sucessos e insucessos de Jesus e do Papa Francisco, do insucesso da Igreja Católica junto das mulheres e dos jovens ou das razões do insucesso das formas contemporâneas de fazer política.
As mulheres movem-se hoje em dois mundos muito diferentes. Se num deles estão a conquistar as posições a que têm naturalmente direito, no outro permanecem acantonadas por condicionamentos culturais, políticos, sociais e religiosos.
Numa reportagem de televisão sobre o narcotráfico no México, a jornalista Fausta Speranza, editora da secção internacional do L’Osservatore Romano, da Santa Sé, tem muitas mulheres a falar durante os 45 minutos do documentário. O único homem que aceitou dar a cara (Fausta abordou muitos outros que recusaram) tinha a barriga cheia de cicatrizes mas “não se lembrava” porquê.
O Papa Francisco nomeou pela primeira vez sete mulheres para a Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e Sociedades de Vida Apostólica (CIVCSVA), o organismo do Vaticano que tutela as ordens e congregações religiosas.
A Escola de Teologia e Ministério do Boston College, instituição jesuíta de ensino superior nos Estados Unidos, anunciou que vai organizar um curso de ensino à distância intitulado “As mulheres na Igreja”.
A exposição A Metade do Céu, com obras de 60 mulheres artistas, e que está no Museu Árpád Szenes-Vieira da Silva, em Lisboa, até 23 de Junho será um dos focos da Jornada Nacional da Pastoral da Cultura, que decorre neste sábado, 1 de Junho, durante todo o dia, em Fátima.
Para se enfrentar tempos de desolação e incerteza, como os que se vivem hoje no Brasil com a vitória da ultradireita, convém olhar para a história da conquista dos direitos humanos de LGBT, negros e mulheres. A memória do passado permite ver o presente em perspectiva, mantendo vivos valores, utopias e esperanças.
“Nós, as mulheres, queremos uma verdadeira renovação da nossa Igreja. Queremos participar na sua vida e nas suas decisões. Queremos que todos possam seguir a sua vocação, como irmãs e irmãos, com os olhos postos em Jesus Cristo, que nos deixou o encargo de tornar visível no mundo o amor de Deus.”
Numa conversa sem filtro, o cardeal Ravasi fala dos abusos sexuais na Igreja e da pequenez dos políticos, de sucesso e fé cristã, sucessos e insucessos de Jesus e do Papa Francisco, do insucesso da Igreja Católica junto das mulheres e dos jovens ou das razões do insucesso das formas contemporâneas de fazer política.
Anunciado esta sexta-feira
Nobel da Paz distingue Navi Pillay, jurista que liderou investigação da ONU sobre genocídio em GazaA jurista sul-africana Navi Pillay, antiga alta-comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos, foi distinguida esta sexta-feira, 9 de outubro, com o Prémio Nobel da Paz de 2026, pelo seu trabalho em defesa da paz e do direito internacional, anunciou o Comité Nobel norueguês.
Padre da Obra da Rua morreu
Telmo Ferraz (1925-2026), cem anos a espalhar profeciaO padre Telmo Ferraz, da Obra da Rua, celebra cem anos de vida e missão. Membro do clero da Diocese de Bragança-Miranda, nasceu no Mogadouro a 25 de novembro de 1925 e começou cedo o seu sacerdócio de rebeldia e compromisso social. Denunciava a tragédia humanitária provocada pelas condições péssimas em que viviam quantos davam a vida na construção de barragens naquele Trás-os-Montes longínquo e abandonado dos anos 1950. [Texto de Tony Neves]
Em Nova Iorque
Contra a corrida ao armamento e o ódio online, Santa Sé coloca dignidade humana no centro assembleia da ONUA saúde, a educação e a segurança alimentar não devem ser sacrificadas em favor do aumento dos gastos militares. O apelo foi deixado pelo arcebispo Christophe Zakhia El-Kassis, observador permanente da Santa Sé junto das Nações Unidas, durante a 81.ª sessão da Assembleia Geral da ONU.
[Entre Margens]
Joana Lopes: 88 cravos à sua memóriaNo próximo Domingo, 11 de Outubro, Joana Lopes, que nos deixou a 5 de Fevereiro deste ano, completaria 88 anos. A Joana teve um papel importante na resistência católica contra a ditadura, tendo levado a cabo lutas muito importantes em que denunciava a guerra colonial. Tinha também uma atividade cívica intensa, assumindo a defesa de lutas políticas essenciais que não são menos importantes no nosso tempo. [Texto de Filipe Moisés].
7MARGENS é um jornal digital
de Religiões, Espiritualidades e Culturas
Propriedade de Associação Porta 18 [ACSFL]
R. da Páscoa, 12 – R/C Dtº – 1250-179 Lisboa | NIPC: 514 876 905
Redação Lisboa: Largo da Luz, 11, 1600-764 LISBOA
IBAN: PT50 0035 0675 0004 6941 7308 1 (CGD)
O 7MARGENS aceita e incentiva a colaboração escrita, em vídeo ou audio dos seus leitores.
Reserva-se o direito de os difundir ou não e aconselha que os textos não excedam os 4.000 caracteres.