Sentada no metro reparo em algo cada vez mais raro: um jovem, no banco oposto ao meu, altamente concentrado lê um livro – e sem precisar de fones nos ouvidos… Olhei-o intensamente, mas não levantou sequer os olhos da sua leitura. Nem consegui ler o título do livro. Gostei. Um precioso livro! Tive quase o impulso de lhe dizer alguma coisa mas ganhou o pudor de interromper. Lindo! [Texto de Teresa de Vasconcelos].












