Passam nesta quinta-feira, 2 de abril, 50 anos do assassinato do padre Max. Ele e uma aluna, Maria de Lurdes, 18 anos, com quem tinha estado a trabalhar na alfabetização de trabalhadores morreram na explosão de uma bomba que mãos criminosas colocaram no seu carro. A sua pessoa, enquanto professor, padre e pedagogo é aqui recordada por quem com ele conviveu, ainda que pontualmente, nos seus últimos tempos em Vila Real.








