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Francisco colocou os migrantes no centro da sua viagem ao coração da Europa

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Francisco colocou os migrantes no centro da sua viagem ao coração da Europa

“Obrigado ao povo e ao governo do Luxemburgo pelo que fazem pelos migrantes”, disse Francisco no final do primeiro dia da sua 46ª viagem apostólica. A frase não estava prevista no discurso que preparara para o encontro com a comunidade católica na Catedral de Notre-Dame do Luxemburgo, tal como não estava previsto o presente que mais o comoveu no voo que o levou de Roma em direção ao coração da Europa: um saco de tecido senegalês cheio de cartas escritas por migrantes que fugiram de África em busca de um futuro melhor, e que vivem atualmente nas Ilhas Canárias.

Cristãos no Líbano: Entre o medo e a urgência de ajudar quem foge

Ataques sucedem-se

Cristãos no Líbano: Entre o medo e a urgência de ajudar quem foge

A voz ofegante do padre Jihad Kraiem, guardião dos franciscanos em Beirute, Líbano, é reveladora da tensão em que tem vivido nos últimos dias devido aos ataques de Israel visando, alegadamente, atingir alvos do movimento xiita Hezbollah. “Em Beirute a situação é caótica, especialmente as pessoas da área xiita estão a fugir para as áreas cristãs. As bombas não caíram perto de nós, mas ouvia-se bem. E as pessoas estão com medo, muito medo”, conta, explicando que, ao acolherem famílias xiitas, as probabilidades de se tornarem alvos dos ataques aumentam. “Mas acolhemos tantos quantos podemos”, assegura.

Depois da viagem mais longa de Francisco, vem aí a mais desafiante?

Papa no Luxemburgo e na Bélgica

Depois da viagem mais longa de Francisco, vem aí a mais desafiante?

Menos de duas semanas depois de ter regressado da sua viagem apostólica mais longa (e uma das mais longínquas) de sempre, Francisco parte esta quinta-feira, 26 de setembro, rumo ao Luxemburgo e à Bélgica. Sintomas gripais fizeram-no cancelar os compromissos que tinha em agenda no início desta semana, mas a 46ª viagem apostólica do seu pontificado vai mesmo concretizar-se… e adivinha-se desafiante. 

Nasce a Fundação Economia de Francisco, para levar mais longe o movimento iniciado pelo Papa

Cinco anos depois

Nasce a Fundação Economia de Francisco, para levar mais longe o movimento iniciado pelo Papa

Corria o ano de 2019 quando o Papa apelou aos jovens economistas, empresários e empreendedores de todo o mundo para iniciarem um processo de construção de uma economia capaz de colocar no centro a dignidade humana, os mais frágeis e o cuidado com a criação. Nascia então o movimento Economia de Francisco (EoF, na sigla em inglês), que não só não morreu entretanto, como se multiplicou em iniciativas e acaba de dar origem a uma fundação: a Fundação Economia de Francisco, que pretende levar ainda mais longe a missão confiada pelo Papa há cinco anos.

Vaticano disponível para acolher Suu Kyi

Papa aos jesuítas

Vaticano disponível para acolher Suu Kyi

“Pedi a libertação da Sra. Aung San Suu Kyi e recebi o seu filho em Roma. Ofereci o Vaticano para acolhê-la no nosso território”. As palavras são do Papa Francisco e foram proferidas durante o encontro que teve com jesuítas em Jacarta, Indonésia, na sua mais recente viagem apostólica. O teor desse e dos outros dois encontros com membros da Companhia de Jesus – em Timor-Leste e Singapura – foi divulgado nesta terça-feira, 24 de setembro, pela revista La Civiltà Cattolica.

Uma Carta do Papa (4): A literatura importa aos discursos e práticas eclesiais? Deveria!

Uma Carta do Papa (4): A literatura importa aos discursos e práticas eclesiais? Deveria!

Como temos vindo a compreender, o Papa Francisco vê na literatura uma importante função, a de “ajuda[r] o leitor a quebrar os ídolos das linguagens autorreferenciais, falsamente autossuficientes, estaticamente convencionais, que por vezes correm o risco de contaminar até o nosso discurso eclesial, aprisionando a liberdade da Palavra” (n.º 42).

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Inteligência lógica e emocional

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Li uma vez que Paulo Freire (educador e filósofo brasileiro, 1921-1997) fez um tipo de desafio com camponeses chilenos, pois “todos” dizem que lavradores são ignorantes e os “letrados” são “oooh! Incríveis!”, os “sabe-tudo”. O desafio era: 10 coisas que os camponeses saberiam fazer e ele, Paulo Freire, não – e vice-versa. [Texto de Denise Sabino, Porto Alegre |Brasil].

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