Os adultos que nasceram em famílias monoparentais ou em famílias numerosas têm uma probabilidade significativamente superior à média de viver na pobreza, contrariando o ditado popular de que “no nascer (e no morrer) somos todos iguais”. A conclusão consta de um estudo intitulado “Portugal e o Elevador Social: Nascer pobre é uma fatalidade?”, há dias divulgado em Lisboa.










