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Uma palavra do ano

[Os dias da semana]

Uma palavra do ano

  Escolher a palavra em que melhor se pode encaixar um ano é uma prática comum em diversos países. Em Portugal, tem sido a Porto Editora a dinamizar esse exercício, que possibilitou que, até sexta-feira, 31, se pudesse seleccionar uma de entre dez palavras para...

Deitar a toalha ao chão – ou ajuda mútua

Deitar a toalha ao chão – ou ajuda mútua

As pessoas estão angustiadas, ansiosas, deprimidas, cansadas. Cansadas de ter de lutar em prol de não sei quê e contra um invisível que pode tornar-se avassalador; cansadas de fingir que acreditam no futuro; cansadas de ter de fazer de conta que conseguem ser felizes; cansadas de serem incompreendidas na sua dor; cansadas de não serem escutadas nos seus apelos; cansadas de disfarçar os seus reais problemas; cansadas de ver desonestidades e incompetências de alguns com consequências nefastas para quase todos.

mas as crianças, Senhor…

mas as crianças, Senhor…

O meu sogro contava que quando era pequenino e havia alarme aéreo na sua cidade, a família e os vizinhos corriam para a cave do prédio, e ali passavam boa parte das noites encostados uns aos outros a ouvir o ruído das bombas a cair e a explodir à sua volta. “A minha mãe dizia em tom decidido: a nós não vai acontecer nada!” – contava ele, com um sorriso – “e eu acreditava piamente, porque era a minha mãe, e o modo como o dizia não deixava margem para dúvidas.”

Uma palavra do ano

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Uma palavra do ano

  Escolher a palavra em que melhor se pode encaixar um ano é uma prática comum em diversos países. Em Portugal, tem sido a Porto Editora a dinamizar esse exercício, que possibilitou que, até sexta-feira, 31, se pudesse seleccionar uma de entre dez palavras para...

Deitar a toalha ao chão – ou ajuda mútua

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As pessoas estão angustiadas, ansiosas, deprimidas, cansadas. Cansadas de ter de lutar em prol de não sei quê e contra um invisível que pode tornar-se avassalador; cansadas de fingir que acreditam no futuro; cansadas de ter de fazer de conta que conseguem ser felizes; cansadas de serem incompreendidas na sua dor; cansadas de não serem escutadas nos seus apelos; cansadas de disfarçar os seus reais problemas; cansadas de ver desonestidades e incompetências de alguns com consequências nefastas para quase todos.

mas as crianças, Senhor…

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O meu sogro contava que quando era pequenino e havia alarme aéreo na sua cidade, a família e os vizinhos corriam para a cave do prédio, e ali passavam boa parte das noites encostados uns aos outros a ouvir o ruído das bombas a cair e a explodir à sua volta. “A minha mãe dizia em tom decidido: a nós não vai acontecer nada!” – contava ele, com um sorriso – “e eu acreditava piamente, porque era a minha mãe, e o modo como o dizia não deixava margem para dúvidas.”

Últimas Notícias

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“Depressa passas de bestial a besta”

[Lugar (in)comum]

“Depressa passas de bestial a besta” novidade

“Na era dos ecrãs e da comunicação imediata, construímos expectativas irrealistas, esperando infalibilidade de quem está sob o holofote. Chega a ser irónica a facilidade com que se eleva alguém a um estatuto quase divino para em seguida lhe ser exigido um comportamento humanamente irrepreensível.” [Texto de Júlia Costa]

A consciência da consciência revela-nos o saber dentro do não-saber

[Entre Margens]

A consciência da consciência revela-nos o saber dentro do não-saber novidade

Com efeito, o sentido do mistério absoluto que a vida é começa com a consciência da consciência. A própria filosofia, de resto, começa com a consciência da consciência. É que, com a consciência da consciência, o homem desperta, assombrado, para a realidade misteriosa e radical da sua própria existência, e da Existência enquanto tal, como um todo. [Texto de Rúben Azevedo].

“Sem trabalho digno não há vida digna”: Movimento de Trabalhadores Cristãos dinamiza videoconferência

Esta terça-feira, 7 outubro

“Sem trabalho digno não há vida digna”: Movimento de Trabalhadores Cristãos dinamiza videoconferência novidade

A Liga Operária Católica/ Movimento de Trabalhadores Cristãos assinala esta terça-feira, 7 de outubro, o Dia Mundial pelo Trabalho Digno com uma videoconferência sobre “Trabalho Digno/Código Laboral”. A sessão, com início marcado para as 21h00 e de participação livre, terá como oradores Mafalda Troncho, diretora do Escritório da Organização Internacional do Trabalho em Portugal, e Ulisses Garrido, sociólogo e especialista em relações laborais.

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