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“Não há coincidências. Estar nos Jogos Olímpicos é fruto de muito esforço… e das Deuscidências”

Irina Rodrigues, lançadora do disco, ao 7MARGENS

“Não há coincidências. Estar nos Jogos Olímpicos é fruto de muito esforço… e das Deuscidências”

Há oito anos, Irina Rodrigues achou que a sua carreira como atleta de lançamento do disco tinha chegado ao fim. A cinco dias de participar naqueles que seriam os seus segundos Jogos Olímpicos, tinha então 25 anos, partiu uma perna e não pôde competir. “Porquê?”, perguntou vezes sem conta a Deus. E chorou, chorou muito. Também chorou nesta entrevista, mas de emoção, enquanto nos explicava que aquilo que parecia ter sido o fim foi afinal um início.

Maio depois de Abril – o impacto da Revolução em Fátima

Reportagem na TVI

Maio depois de Abril – o impacto da Revolução em Fátima

Numa reportagem especial da autoria do jornalista Joaquim Franco e emitida na TVI na noite do dia 13, reveem-se os dias da revolução no santuário de Fátima. Se as consequências na rotina dos crentes foram pouco significativas, as lideranças católicas e os responsáveis do santuário fizeram do local de devoção um púlpito para expor o olhar e as preocupações da Igreja.

“Daqui, da Cova da Iria, apelamos à paz!”

O grito dos bispos

“Daqui, da Cova da Iria, apelamos à paz!”

“Rezemos pela paz no mundo: na Ucrânia, Rússia, na Terra Santa, na África, na América, na Ásia, quantos países precisam e reclamam a paz”, apelou o cardeal Juan José Omella, arcebispo de Barcelona, na homilia da missa conclusiva da peregrinação internacional aniversária, em Fátima, esta segunda-feira, 13 de maio. No final da mesma missa, o bispo de Leiria-Fátima, José Ornelas, tomou a palavra para também pedir a paz, em particular na Ucrânia e na “Terra de Jesus”, e denunciou: é “inconcebível” o que se passa na Faixa de Gaza.

Da Nazaré a Fátima a pé, ou a minha maneira preferida de rezar

Testemunho

Da Nazaré a Fátima a pé, ou a minha maneira preferida de rezar

A previsão era de céu limpo para os dois dias em que nos propusemos, eu e o meu marido, calcorrear os 54 quilómetros que separam o Sítio da Nazaré do Santuário de Fátima. Previ o calor, o cansaço, as dores nas pernas e nos pés, uma ou outra bolha… Antevi até a vontade de desistir. Mas fui. Fomos.

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Há oito anos, Irina Rodrigues achou que a sua carreira como atleta de lançamento do disco tinha chegado ao fim. A cinco dias de participar naqueles que seriam os seus segundos Jogos Olímpicos, tinha então 25 anos, partiu uma perna e não pôde competir. “Porquê?”, perguntou vezes sem conta a Deus. E chorou, chorou muito. Também chorou nesta entrevista, mas de emoção, enquanto nos explicava que aquilo que parecia ter sido o fim foi afinal um início.

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“Rezemos pela paz no mundo: na Ucrânia, Rússia, na Terra Santa, na África, na América, na Ásia, quantos países precisam e reclamam a paz”, apelou o cardeal Juan José Omella, arcebispo de Barcelona, na homilia da missa conclusiva da peregrinação internacional aniversária, em Fátima, esta segunda-feira, 13 de maio. No final da mesma missa, o bispo de Leiria-Fátima, José Ornelas, tomou a palavra para também pedir a paz, em particular na Ucrânia e na “Terra de Jesus”, e denunciou: é “inconcebível” o que se passa na Faixa de Gaza.

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