Quando Francisco, na Jornada Mundial da Juventude, clamou “todos, todos, todos” – e certamente também queria dizer “tudo, tudo, tudo” –, não estava a confinar o chamado “Sínodo dos Bispos” a uma “representatividade saloia” baseada nas estruturas – algumas não existem! – da Igreja Católica Romana. [A opinião de Joaquim Armindo]












