O tema principal é, desta vez, o Sínodo convocado pelo Papa e o que poderíamos fazer nesse âmbito em Santa Isabel. O Luís disserta sobre a “canga doutrinal” que nos esconde a novidade absoluta de Jesus. E tudo isso faz esquecer que a única coisa para que serve a Igreja é “fazer as pessoas felizes”, para que “cada um viva em plenitude”.










