“No forno crematório perto de Rava Rus’ka, ou seja, em Bełzec [na Polónia, então ocupada pelos alemães], todos os dias morrem até 6.000 homens, especialmente polacos e judeus.” É esta a frase-chave de uma carta enviada em 14 de dezembro de 1942 ao secretário particular de Pio XII, que permite concluir que o pontífice soube do genocídio.












