AGENDA

SOBRE NÓS

ASSINAR

APOIAR

Coro dos Amigos do Conservatório Nacional junta-se a Joana Bagulho (cravo), Filipa Gonçalves (violoncelo) e Francisco Pinheiro (tenor) para dois concertos dirigidos pelo maestro Luís Lopes Cardoso. Foto retirada do Facebook do CACN.

Obras renascentistas

Concertos de música coral em Lisboa

| 15/07/2023

Coro dos Amigos do Conservatório Nacional junta-se a Joana Bagulho (cravo), Filipa Gonçalves (violoncelo) e Francisco Pinheiro (tenor) para dois concertos dirigidos pelo maestro Luís Lopes Cardoso. Foto retirada do Facebook do CACN.

Coro dos Amigos do Conservatório Nacional junta-se a Joana Bagulho (cravo), Filipa Gonçalves (violoncelo) e Francisco Pinheiro (tenor) para dois concertos dirigidos pelo maestro Luís Lopes Cardoso. Foto retirada do Facebook do CACN.

 

Obras de música coral renascentista dos séculos XVI e XVII dão o mote para dois concertos em Lisboa, dirigidos pelo maestro Luís Lopes, com o Coro dos Amigos do Conservatório Nacional, o tenor Francisco Pinheiro, a cravista Joana Bagulho e Filipa Gonçalves no violoncelo. 

O programa é centrado em composições de William Byrd e Heinrich Schütz, com uma peça de John Dowland, para tenor e cravo, e outra de Frescobaldi, em cravo.

William Byrd (c. 1539-1623) foi um católico praticante na corte anglicana de Isabel I. Num tempo em que o catolicismo era tolerado pela rainha inglesa, Byrd trabalhou sempre para a Igreja Anglicana. Os seus trabalhos mais sublimes foram em latim para a Igreja Católica, numa época na qual Isabel I permitiu que a música religiosa em latim pudesse ser cantada em locais de ensino. Byrd estudou com Thomas Tallis, tornando-se mais tarde seu parceiro. 

Já Heinrich Schütz (1585-1672) é considerado o mais importante compositor alemão antes de Bach e também considerado um dos mais importantes compositores do século XVII. Iniciou a sua carreira musical em criança no coro de Maurício de Hesse-Kassel. Mais tarde, o seu patrono matriculou-o na Universidade de Marburgo, tendo, depois, ido estudar com Giovanni Gabrieli, em Itália. Regressou em 1613, e introduziu importantes inovações no vocabulário musical da Alemanha. 

O primeiro concerto é já este domingo, dia 16, na Igreja de Campolide, às 17h00, o segundo no sábado, 22, também às 17h00, na Igreja de Nossa Senhora da Conceição (ao Rato).

Últimas Notícias

Últimas Notícias

Pai Telmo: homem de testemunho eloquente

Evocação

Pai Telmo: homem de testemunho eloquente novidade

A morte e a noite caíram sobre nós demasiado depressa com a notícia do falecimento de Pai Telmo. Os seus 100 anos foram um sopro veloz que não deixou ninguém indiferente e a sua dedicação à Igreja dos mais pobres uma brisa que suavizou muitas dores. [Texto de padre José Alfredo].

Identidade e missão do professor de EMRC na escola

Ensaio

Identidade e missão do professor de EMRC na escola novidade

A identidade e a missão do professor de Educação Moral e Religiosa Católica (EMRC) na escola pode ser vista sob múltiplos pontos de vista; porém, desejo fazê-lo a partir de três palavras ou pilares que considero substanciais. Estruturo esta reflexão a partir do “habitar-se”, do “habitar com” e do “habitar o ainda não”. [Texto de Adriano Batista, intervenção no Simpósio sobre a Educação e Escola em Portugal].

As cápsulas

[Sete Partidas]

As cápsulas novidade

No radio do carro tocava um CD da Rosalía e comecei a pensar no que já me disseram sobre o meu carro, pequeno e velho, dito em várias variações. Não levo a mal. É verdade, mas tem tudo o que preciso. Abrigo do sol, do frio, da chuva e da neve. Confiável. Riscado e muitas vezes sujo por fora, mas por dentro limpo e arrumado. Um pouco na ordem como valorizo as coisas na vida. Menos ostentação, mais conteúdo. [Texto de Inês Patrício, Berlim].

7MARGENS é um jornal digital
de Religiões, Espiritualidades e Culturas

Propriedade de Associação Porta 18 [ACSFL]
R. da Páscoa, 12 – R/C Dtº – 1250-179 Lisboa | NIPC: 514 876 905
Redação Lisboa: Largo da Luz, 11, 1600-764 LISBOA
IBAN: PT50 0035 0675 0004 6941 7308 1 (CGD)

O 7MARGENS aceita e incentiva a colaboração escrita, em vídeo ou audio dos seus leitores.
Reserva-se o direito de os difundir ou não e aconselha que os textos não excedam os 4.000 caracteres.