Ainda podemos rir?
“Ainda podemos rir? Perante as guerras do mundo, as tragédias da fome, o desespero de quem foge da miséria e dos conflitos, vale a pena ainda o riso?”
Inteligência artificial: o novo “deus” da tecnologia
“Sobre a Inteligência Artificial importa questionar o impacto desta revolução tecnológica no meio ambiente e na sociedade. Já não se trata apenas de saber utilizar esta ferramenta, mas também e sobretudo porquê e para que fim.”
Deus abandonou-nos?…
“Houve um tempo em que pensei ter esta geração “achado graça junto de Deus”. Os povos do Sul da América Latina libertaram-se das ditaduras militares e centenas de milhões na Europa do Leste puseram termo aos regimes comunistas que os sufocavam. Mas agora as notícias sobre o mau estado do mundo não são seguramente exageradas. Deus abandonou-nos?”
[À Margem]
A democracia não é eterna
“Sim. É preciso lutar pela ‘democracia de tradição europeia, liberal, plena e total’. Pode parecer um propósito inócuo, mas é uma tarefa urgente. É preciso que as últimas palavras não sejam as da intimidação e da violência.”
[À Margem]
Sobre um sacrifício e a salvação do mundo
É uma curta frase, numa das orações eucarísticas consagradas na liturgia católica: “Por este sacrifício de reconciliação, dai, Senhor, a salvação e a paz ao mundo inteiro.” O louvor de Deus “não é passivo, mas acção que procura transformar a realidade”. Perante tudo isto, não queremos salvar o mundo?
A bispa Mariann e o Papa Francisco – profetas dos nossos dias
“Os gestos proféticos são cada vez mais precisos, nos tempos que correm. Quanto mais densa a escuridão da noite, mais intensa a luz que irradia das atitudes e vozes que, com desassombro, denunciam o que é moralmente intolerável. É por isso que se torna necessário estarmos atentos a esses gestos proféticos, reconhecendo-os e dando-os a conhecer.”
Do Concílio Vaticano II ao Sínodo
Se o Concílio Vaticano II, convocado por João XXIII se erigiu como resposta da Igreja ao mundo moderno, este Sínodo erigiu-se em nome do povo de Deus, em nome das pessoas, como resposta à desesperança e ao sofrimento no seio da própria Igreja e das nossas sociedades. E se o povo da comunidade cristã são todos os que pelo batismo se tornaram seus membros de pleno direito, diria que filhos e filhas de Deus serão todos os que habitam esta “Casa Comum”.
Senão parlamento, então o quê?…
A sinodalidade não deve levar a entender os encontros de católicos para refletir sobre a vida da Igreja e as prioridades da sua missão como um parlamento democrático. Muitos têm glosado estas afirmações. Mas, por vezes fico perplexo: porquê denegrir a instituição central da democracia?
Fugir do X
“Razões para qualquer um sair do X não faltam. Não pouco relevante é o facto de a rede social ser uma propulsora de desinformação. O apelo para o Papa sair do ex-Twitter não é, pois, descabido.”
Inteligência artificial: o novo “deus” da tecnologia
“Sobre a Inteligência Artificial importa questionar o impacto desta revolução tecnológica no meio ambiente e na sociedade. Já não se trata apenas de saber utilizar esta ferramenta, mas também e sobretudo porquê e para que fim.”
Deus abandonou-nos?…
“Houve um tempo em que pensei ter esta geração “achado graça junto de Deus”. Os povos do Sul da América Latina libertaram-se das ditaduras militares e centenas de milhões na Europa do Leste puseram termo aos regimes comunistas que os sufocavam. Mas agora as notícias sobre o mau estado do mundo não são seguramente exageradas. Deus abandonou-nos?”
[À Margem]
A democracia não é eterna
“Sim. É preciso lutar pela ‘democracia de tradição europeia, liberal, plena e total’. Pode parecer um propósito inócuo, mas é uma tarefa urgente. É preciso que as últimas palavras não sejam as da intimidação e da violência.”
[À Margem]
Sobre um sacrifício e a salvação do mundo
É uma curta frase, numa das orações eucarísticas consagradas na liturgia católica: “Por este sacrifício de reconciliação, dai, Senhor, a salvação e a paz ao mundo inteiro.” O louvor de Deus “não é passivo, mas acção que procura transformar a realidade”. Perante tudo isto, não queremos salvar o mundo?
A bispa Mariann e o Papa Francisco – profetas dos nossos dias
“Os gestos proféticos são cada vez mais precisos, nos tempos que correm. Quanto mais densa a escuridão da noite, mais intensa a luz que irradia das atitudes e vozes que, com desassombro, denunciam o que é moralmente intolerável. É por isso que se torna necessário estarmos atentos a esses gestos proféticos, reconhecendo-os e dando-os a conhecer.”
Do Concílio Vaticano II ao Sínodo
Se o Concílio Vaticano II, convocado por João XXIII se erigiu como resposta da Igreja ao mundo moderno, este Sínodo erigiu-se em nome do povo de Deus, em nome das pessoas, como resposta à desesperança e ao sofrimento no seio da própria Igreja e das nossas sociedades. E se o povo da comunidade cristã são todos os que pelo batismo se tornaram seus membros de pleno direito, diria que filhos e filhas de Deus serão todos os que habitam esta “Casa Comum”.
Senão parlamento, então o quê?…
A sinodalidade não deve levar a entender os encontros de católicos para refletir sobre a vida da Igreja e as prioridades da sua missão como um parlamento democrático. Muitos têm glosado estas afirmações. Mas, por vezes fico perplexo: porquê denegrir a instituição central da democracia?
Fugir do X
“Razões para qualquer um sair do X não faltam. Não pouco relevante é o facto de a rede social ser uma propulsora de desinformação. O apelo para o Papa sair do ex-Twitter não é, pois, descabido.”
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