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Artigos de Abílio Almeida
O riso enquanto castigo: uma breve reflexão

[Quem ri por último ri pior - 5]

O riso enquanto castigo: uma breve reflexão

A certa altura, em Londres, um grupo de meninas (que mais tarde descobri que eram paquistanesas) começou a rir-se de mim no autocarro. Não era para mim. Era mesmo de mim. No início, tenho de admitir, fiquei um pouco aborrecido, e até fiz cara de mau. Algo que resultou prontamente, pois pararam logo de rir. [Crónica de Abílio Almeida]

O que é “Paz” hoje?

O que é “Paz” hoje?

Não existe um consenso académico e científico sobre o termo paz atualmente, e muito varia de autor para autor. Mas, de um modo geral, com base no sociólogo norueguês Johan Galtung, costuma-se distinguir entre paz negativa e paz positiva. A primeira refere-se apenas à ausência de violência visível, enquanto a segunda exige a criação de condições que favoreçam a justiça, a equidade e a cooperação duradoura entre todos os seres e estruturas. [Texto de Abílio Almeida]

O que é “Paz” hoje?

Uma brevíssima viagem pela história cultural da paz

“Não queremos nada além de paz”. Esta frase poderia ser proferida por qualquer líder mundial comprometido com a harmonia global. O problema é que foi dita por Adolf Hitler, um dos maiores responsáveis pela destruição e violência no século XX. Este exemplo extremo mostra-nos que, sem ações concretas, o discurso da paz pode ser facilmente manipulado e até esconder intenções sombrias. [Texto de Abílio Almeida]

Do riso da ciência à ciência do riso

[Quem ri por último ri pior - 4]

Do riso da ciência à ciência do riso

O riso, não importa onde nem como, não era lá muito bem visto em tempos passados. Mas, queiramos ou não, foi sob riso que a ciência moderna provou que o riso não é senão riso – algo que nos faz bem, que nos deixa relaxados, que nos proporciona prazer e alimenta relações humanas. E não sinal de alguém possesso por demónios, reles ou demente, como se acreditou durante tanto tempo. (Abílio Almeida)

Será o riso um “curto-circuito” no nosso cérebro?

[Quem ri por último ri pior - 3]

Será o riso um “curto-circuito” no nosso cérebro?

Estudar o riso enquanto gratificação televisiva despertou em mim uma atenção muito particular para com o fenómeno no quotidiano. O que partilharei de seguida é apenas uma das muitas coisas de que me apercebi, achei interessante e registei numa espécie de “diário de bordo”, que tenho vindo a completar nestes últimos anos. (Crónica de Abílio Almeida)

A musicalidade dos risos esquisitos

[Quem ri por último ri pior]

A musicalidade dos risos esquisitos

Estudar o riso enquanto gratificação televisiva despertou em mim uma atenção muito particular para com esse fenómeno no quotidiano. O que partilharei de seguida é apenas uma das muitas coisas de que me apercebi, achei interessante e registei numa espécie de “diário de bordo”, que fui completando nestes últimos anos.

O riso enquanto castigo: uma breve reflexão

[Quem ri por último ri pior - 5]

O riso enquanto castigo: uma breve reflexão

A certa altura, em Londres, um grupo de meninas (que mais tarde descobri que eram paquistanesas) começou a rir-se de mim no autocarro. Não era para mim. Era mesmo de mim. No início, tenho de admitir, fiquei um pouco aborrecido, e até fiz cara de mau. Algo que resultou prontamente, pois pararam logo de rir. [Crónica de Abílio Almeida]

O que é “Paz” hoje?

O que é “Paz” hoje?

Não existe um consenso académico e científico sobre o termo paz atualmente, e muito varia de autor para autor. Mas, de um modo geral, com base no sociólogo norueguês Johan Galtung, costuma-se distinguir entre paz negativa e paz positiva. A primeira refere-se apenas à ausência de violência visível, enquanto a segunda exige a criação de condições que favoreçam a justiça, a equidade e a cooperação duradoura entre todos os seres e estruturas. [Texto de Abílio Almeida]

O que é “Paz” hoje?

Uma brevíssima viagem pela história cultural da paz

“Não queremos nada além de paz”. Esta frase poderia ser proferida por qualquer líder mundial comprometido com a harmonia global. O problema é que foi dita por Adolf Hitler, um dos maiores responsáveis pela destruição e violência no século XX. Este exemplo extremo mostra-nos que, sem ações concretas, o discurso da paz pode ser facilmente manipulado e até esconder intenções sombrias. [Texto de Abílio Almeida]

Do riso da ciência à ciência do riso

[Quem ri por último ri pior - 4]

Do riso da ciência à ciência do riso

O riso, não importa onde nem como, não era lá muito bem visto em tempos passados. Mas, queiramos ou não, foi sob riso que a ciência moderna provou que o riso não é senão riso – algo que nos faz bem, que nos deixa relaxados, que nos proporciona prazer e alimenta relações humanas. E não sinal de alguém possesso por demónios, reles ou demente, como se acreditou durante tanto tempo. (Abílio Almeida)

Será o riso um “curto-circuito” no nosso cérebro?

[Quem ri por último ri pior - 3]

Será o riso um “curto-circuito” no nosso cérebro?

Estudar o riso enquanto gratificação televisiva despertou em mim uma atenção muito particular para com o fenómeno no quotidiano. O que partilharei de seguida é apenas uma das muitas coisas de que me apercebi, achei interessante e registei numa espécie de “diário de bordo”, que tenho vindo a completar nestes últimos anos. (Crónica de Abílio Almeida)

A musicalidade dos risos esquisitos

[Quem ri por último ri pior]

A musicalidade dos risos esquisitos

Estudar o riso enquanto gratificação televisiva despertou em mim uma atenção muito particular para com esse fenómeno no quotidiano. O que partilharei de seguida é apenas uma das muitas coisas de que me apercebi, achei interessante e registei numa espécie de “diário de bordo”, que fui completando nestes últimos anos.

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