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Artigos de Clara Raimundo
Em “Dilexi te”, Leão XIV une a voz à de Francisco para pedir “uma Igreja que caminha pobre com os pobres”

Primeira exortação apostólica

Em “Dilexi te”, Leão XIV une a voz à de Francisco para pedir “uma Igreja que caminha pobre com os pobres”

O tema foi escolhido por Francisco, o título também, e as primeiras ideias terão sido alinhavadas por ele nos últimos meses de vida. Mas Leão XIV não só aceitou esta herança como a fez sua. Por isso, na exortação apostólica “Dilexi te”, o que encontramos é a sua assinatura, por baixo de um convite e de um apelo a todos os católicos: “ler novamente o Evangelho” e “não esquecer os pobres”.

Uma câmara obscena? Temos de falar sobre o corpo de Carlo Acutis

Uma câmara obscena? Temos de falar sobre o corpo de Carlo Acutis

“Bem sei que Carlo Acutis é o primeiro santo ‘millenial’, e que era fã de novas tecnologias. Muitos chamam-lhe o apóstolo da Internet, mas ainda assim questiono: usar essa mesma Internet para expor assim o seu corpo não será demais?”

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CNJP exige distribuição dos bens existentes e mobilização do património da Igreja

Crise da habitação

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Reagindo às “acampadas” e outras manifestações que vieram colocar a questão da habitação na ordem do dia, a Comissão Nacional Justiça e Paz (CNJP) divulgou esta sexta-feira, 30 de outubro, um comunicado em que exige que “o debate sobre a escassez de casas – em que é dever do Governo e de todos os partidos participarem – deve, antes de mais, conduzir à definição de critérios para a distribuição dos bens disponíveis”.

Papa vota nas eleições americanas de 3 de novembro

Por correio

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O Papa participará nas eleições americanas de 3 de novembro através do voto que enviou por correio a partir do Vaticano para o Estado do Illinois. O Papa solicitou a cédula de voto no dia 3 de outubro. É muito raro conhecer-se a participação eleitoral dos Pontífices romanos.

Não às armas nucleares (3):  a paz não exige anjos

[Arquipélago Jerusalém]

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Foi uma grande semana para a democracia e contra os impérios: Órban, Bolsonaro e Vučić perderam eleições, Netanyahu perdeu o poder. A Hungria e a Sérvia libertam-se das democracias musculadas e da dependência de Moscovo; o Brasil terá evitado o regresso da direita radical. Em Israel, uma coligação de Gadi Eisenkot com os partidos árabes poderia recuperar o caminho de Yitzhak Rabin, que assinou os Acordos de Oslo com a OLP em 1993. [Texto de Mendo Castro Henriques]

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