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Artigos de Clara Raimundo
Bispo de Angra após primeira visita pastoral: “A ilha das Flores é um laboratório de sinodalidade”

Entrevista ao 7MARGENS

Bispo de Angra após primeira visita pastoral: “A ilha das Flores é um laboratório de sinodalidade”

Foi na ilha mais periférica do arquipélago dos Açores, que é também o ponto mais ocidental da Europa, que o bispo de Angra escolheu iniciar as suas visitas pastorais. A ilha das Flores – que Armando Esteves Domingues confessa ser, para si, a mais bonita de todas – foi, assim, a sua casa ao longo de toda a semana que passou. Ao terminar o périplo por paróquias, instituições particulares de solidariedade social, escolas e outros organismos, o prelado falou ao 7MARGENS, em jeito de balanço daquele que foi apresentado pela diocese como “um novo modelo de visita pastoral”… e que está já a dar frutos.

Judeus celebram entrada em 5785: Que seja “um ano doce” e os reféns regressem a casa

Rosh Hashaná

Judeus celebram entrada em 5785: Que seja “um ano doce” e os reféns regressem a casa

“Shaná tová umetuká” é a frase que mais se escuta entre os judeus por estes dias. Significa “um ano bom e doce”, e combina na perfeição com o que têm sobre as mesas das suas casas: as maçãs com mel e o pão redondo recheado com passas anunciam o Rosh Hashaná, ou ano novo judaico, cuja celebração começou na quarta-feira, 2 de outubro, ao entardecer, e termina na noite desta sexta-feira. Em Portugal – e arriscamos dizer em todo o mundo – a entrada em 5785 está a ser festejada com uma esperança em particular: que os reféns na posse do Hamas sejam finalmente libertados.

Grupo de estudo diz “ainda não” ao diaconato feminino… e pede ajuda

Ponto de situação no Sínodo

Grupo de estudo diz “ainda não” ao diaconato feminino… e pede ajuda

Tendo em consideração o destaque que o tema da participação das mulheres na Igreja e o seu eventual acesso ao diaconato mereceu ao longo do processo sinodal, o momento da apresentação do relatório do Grupo de Estudo encarregue pelo Papa de analisá-lo era aguardado com particular interesse por muitos. Esse momento chegou ao final da tarde desta quarta-feira, 2 de outubro, em que se iniciaram os trabalhos da assembleia geral do Sínodo dos Bispos, mas não trouxe grandes novidades. 

“O anúncio da salvação precisa de todos e todos precisam de ser ouvidos”… não apenas os bispos

Abertura da assembleia sinodal

“O anúncio da salvação precisa de todos e todos precisam de ser ouvidos”… não apenas os bispos

De um modo mais formal e bastante menos enérgico do que na abertura da JMJ 2023 em Lisboa – mas nem por isso menos convicto – o Papa abriu a segunda sessão da assembleia geral do Sínodo sobre a Sinodalidade, em Roma, repetindo a palavra “todos, todos, todos”. Na tarde desta quarta-feira, 2 de outubro, Francisco quis frisar que “a presença na assembleia do Sínodo dos Bispos de membros que não são bispos não diminui a dimensão episcopal” da mesma. Pelo contrário.

O desafio na reta final do Sínodo: parar de olhar para os “umbigos eclesiásticos” e abrir-se ao infinito de Deus

Timothy Radcliff aos participantes

O desafio na reta final do Sínodo: parar de olhar para os “umbigos eclesiásticos” e abrir-se ao infinito de Deus

Dizem que “em equipa vencedora, não se mexe” e a máxima parece ter sido seguida pelo Papa Francisco, que à semelhança do que havia acontecido na primeira assembleia do Sínodo dos Bispos, voltou a encarregar o padre Timothy Radcliffe das meditações no retiro espiritual destinado aos 368 elementos que participarão na segunda sessão. A mensagem do dominicano inglês foi clara: é preciso dizer não aos narcisismos e aos medos, e dispor-se a ouvir com o coração aberto.

Papa sobre os abusos na Igreja: “Esta é a nossa vergonha!”

Discurso às autoridades belgas

Papa sobre os abusos na Igreja: “Esta é a nossa vergonha!”

Poderia dizer-se que o primeiro discurso do Papa na Bélgica, aonde chegou sob a chuva na noite de quinta-feira, 26, condisse com o tempo cinzento que o recebeu. No encontro com as autoridades civis do país, esta sexta-feira, Francisco quase não sorriu, porque sérios foram os principais temas que escolheu abordar: o “inverno demográfico”, o “inferno da guerra” e a “vergonha dos abusos”.

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“Tortura e genocídio” de palestinianos denunciados no novo livro de Francesca Albanese

Relatora especial da ONU

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A utilização sistemática da tortura por parte de Israel contra os palestinianos, em centros de detenção e não só, e a criação de um “ambiente de tortura” em todo o território palestiniano ocupado são o tema de Tortura e genocidio, o novo livro de Francesca Albanese, relatora especial das Nações Unidas para a situação dos direitos humanos nos territórios palestinianos ocupados.

Sentinelas da Casa Comum

[Metáforas vivas]

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Este texto corresponde à homilia de domingo, 6 de setembro, [domingo xxiii do tempo comum ― a ― 2026], proferida pelo padre Joaquim Félix na igreja matriz de Fragoso (S. Pedro), no arciprestado de Barcelos.

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