Na sequência das denúncias feitas na semana passada de que diversas vinícolas brasileiras submetiam os seus funcionários a condições de trabalho equivalentes à escravidão, a Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) emitiu uma nota afirmando que os vinhos produzidos por fabricantes que violem “o respeito pela dignidade humana” não devem ser escolhidos para uso nas igrejas do país.












