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Artigos de Cláudio Louro
Diário de Caminho (5): Fazermo-nos aceitação

Do Minho a Compostela a pé

Diário de Caminho (5): Fazermo-nos aceitação

Acordei ao som de uma forte chuva que agitava as árvores do jardim. Da janela avizinhava-se um dia… desafiante. Não apenas pelos aguaceiros, como também pela chuva de quilómetros que tinha pela frente, já que teria de chegar ao Albergue Murgadan, em Padrón. Avistavam-se cerca de 27 Km. — quinto dia do Diário de Caminho de Cláudio Louro

Diário de Caminho (4): Fazermo-nos encontro

Do Minho a Compostela a pé

Diário de Caminho (4): Fazermo-nos encontro

“E eis que o caminho de desbrava por entre partilhas, conversas e mútuas descobertas. O tempo passou a correr! Quando demos por isso, eu, o Diogo, a Agnes e a Magdalena já estávamos em Pontevedra. Convidaram-me para almoçar com eles, e assim foi. Guardo estes momentos como um dos tesouros do Caminho, porque diante de algum cansaço psicológico que vinha sentindo, cruzar-me com eles foi uma  bênção e uma surpresa dos céus.” Quarto dia do Diário de Caminho de Cláudio Louro, animador pastoral e professor de Educação Moral e Religiosa Católica, do Minho até Santiago de Compostela.

Diário de Caminho (3): Fazermo-nos travessia

Do Minho a Compostela a pé

Diário de Caminho (3): Fazermo-nos travessia

“Cruzei-me com uma peregrina. Copiei-lhe o gesto e contemplei as nuvens a dançarem com a luz do sol por entre as montanhas. Eis-me em busca. Em busca da Presença que está sempre no quilómetro mais fundo de nós mesmos.” Terceiro dia do Diário de Caminho de Cláudio Louro, animador pastoral e professor de Educação Moral e Religiosa Católica, do Minho até Santiago de Compostela.

Diário de Caminho (2): Fazermo-nos água

Do Minho a Compostela a pé

Diário de Caminho (2): Fazermo-nos água

“O descanso foi reparador. Hoje, iniciei o dia com a motivação de me fazer ao caminho e às suas surpresas. Não sabia como o corpo iria reagir aos quilómetros. Tão-pouco a mente ou o espírito.” Segundo dia do Diário de Caminho de Cláudio Louro, animador pastoral e professor de Educação Moral e Religiosa Católica, do Minho até Santiago de Compostela.

Diário de Caminho (1): Fazermo-nos pontes

Do Minho a Compostela a pé

Diário de Caminho (1): Fazermo-nos pontes

“Gare do Oriente. 7h09. É hora de partir no Alfa, rumo à aventura do Caminho. É a primeira vez que o trilho.” Primeiro dia do Diário de Caminho de Cláudio Louro, animador pastoral e professor de Educação Moral e Religiosa Católica, do Minho até Santiago de Compostela.

Diário de Caminho (5): Fazermo-nos aceitação

Do Minho a Compostela a pé

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Acordei ao som de uma forte chuva que agitava as árvores do jardim. Da janela avizinhava-se um dia… desafiante. Não apenas pelos aguaceiros, como também pela chuva de quilómetros que tinha pela frente, já que teria de chegar ao Albergue Murgadan, em Padrón. Avistavam-se cerca de 27 Km. — quinto dia do Diário de Caminho de Cláudio Louro

Diário de Caminho (4): Fazermo-nos encontro

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“E eis que o caminho de desbrava por entre partilhas, conversas e mútuas descobertas. O tempo passou a correr! Quando demos por isso, eu, o Diogo, a Agnes e a Magdalena já estávamos em Pontevedra. Convidaram-me para almoçar com eles, e assim foi. Guardo estes momentos como um dos tesouros do Caminho, porque diante de algum cansaço psicológico que vinha sentindo, cruzar-me com eles foi uma  bênção e uma surpresa dos céus.” Quarto dia do Diário de Caminho de Cláudio Louro, animador pastoral e professor de Educação Moral e Religiosa Católica, do Minho até Santiago de Compostela.

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“Cruzei-me com uma peregrina. Copiei-lhe o gesto e contemplei as nuvens a dançarem com a luz do sol por entre as montanhas. Eis-me em busca. Em busca da Presença que está sempre no quilómetro mais fundo de nós mesmos.” Terceiro dia do Diário de Caminho de Cláudio Louro, animador pastoral e professor de Educação Moral e Religiosa Católica, do Minho até Santiago de Compostela.

Diário de Caminho (2): Fazermo-nos água

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Desobediência: anátema, direito ou dever? (mea culpa, mea maxima culpa)

[Entre Margens]

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Igreja Católica admite disponibilizar mais património sem uso para arrendamento a preços acessíveis

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