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Artigos de Cristina Inogés Sanz
Rupnik já não é o protegido

[O flagelo que não acaba – XIII]

Rupnik já não é o protegido

Quando o caso Rupnik se tornou público no início de Dezembro do ano passado, ouvimos declarações de alguns altos representantes da Companhia de Jesus que se apressaram a sublinhar, e passo a citar: “Em primeiro lugar, não há menores envolvidos. Por outras palavras, trata-se de problemas entre adultos.” Em suma, dá-se a entender que aqui, neste caso, não aconteceu nada.

Rupnik, o protegido

[O flagelo que não acaba – XII]

Rupnik, o protegido

O comunicado de imprensa, como o emitido pelo Vicariato de Roma, é uma autêntica filigrana para dizer algo que evidencie a posição de quem o emite e que, na sua “perfeita?” redação, faz com que as margens do texto fiquem pejadas de pessoas já muito feridas, que continuam a ser insultadas com desprezo, com indiferença e, sobretudo, com a dúvida permanente sobre aquilo que denunciam desde a mais absoluta invisibilidade.

Chantagem!

[O flagelo que não acaba – XI]

Chantagem!

Durante a última JMJ ficou evidente que as pessoas LGTBIQ+ continuam a ser alvo de alguns grupos, cuja alegada e exibida “pureza religiosa” contrastou fortemente com a clareza com que Francisco disse que na Igreja cabem todos, todos, todos!! Creio que a maioria de nós partilha o que disse Francisco, porque não se pode falar de comunhão se todos aqueles que querem estar na Igreja, porque se sentem e são Igreja, não o podem fazer.

A teia de aranha

[O flagelo que não acaba – X]

A teia de aranha

Ainda há pessoas a quem lhes custa acreditar que a realidade dos abusos seja verdadeira; outras gostariam que estas coisas não se tornassem públicas, porque o que não se sabe não existe e é melhor não saber; e outras negam absolutamente que isso aconteça e veem isto como um ataque à Igreja. [A opinião de Cristina Inogés-Sanz]

Francisco na Disney: Outra forma de JMJ?

[Olhar de teóloga]

Francisco na Disney: Outra forma de JMJ?

Confusa e assustada com o selo que o Vaticano, com uma grande falta de sensibilidade, emitiu sobre a JMJ de Lisboa e que, felizmente, foi retirado, vejo que poderia ser necessária outra forma de JMJ. Com um pouco de imaginação e criatividade seria possível ir reformando uma estrutura que não mudou desde que foi criada em 1984. O mundo e os seus habitantes mudaram muito desde então. Os jovens especialmente.

O perdão não substitui a justiça

[O flagelo que não acaba (IX)]

O perdão não substitui a justiça

Gostaria muito que este pudesse ser verdadeiramente o último artigo dedicado ao flagelo que não acaba, os abusos na Igreja. Como temo que, infelizmente, não poderá ser assim, não quero colocar (fim) e deixo em aberto a possibilidade de poder retomar a série. Vou-me referir ao perdão e à reconciliação em geral na Igreja, porque nos faz muita falta.

Sensibilidade e bom senso

[O flagelo que não acaba (VIII)]

Sensibilidade e bom senso

Pessoas perfeitas? Felizmente elas não existem na vida porque isso nos faria deuses. Ninguém nasce sabendo tudo; porém, nascemos com a capacidade de aprender e aquilo que não podemos aprender ou que nos causa dúvidas podemos perguntar. (Opinião de Cristina Inogés Sanz, teóloga)

Falamos de abusos na vida religiosa?

[O flagelo que não acaba – VII]

Falamos de abusos na vida religiosa?

Só porque algo não é falado não significa que não exista. A cultura da impunidade não só nasceu e se instalou nos seminários, como também estendeu os seus tentáculos à vida religiosa. Não deve surpreender-nos porque o abuso de poder impregnou todas e cada uma das estruturas da Igreja, e a vida religiosa é uma delas. (Crónica de Cristina Inogés Sanz)

Rupnik já não é o protegido

[O flagelo que não acaba – XIII]

Rupnik já não é o protegido

Quando o caso Rupnik se tornou público no início de Dezembro do ano passado, ouvimos declarações de alguns altos representantes da Companhia de Jesus que se apressaram a sublinhar, e passo a citar: “Em primeiro lugar, não há menores envolvidos. Por outras palavras, trata-se de problemas entre adultos.” Em suma, dá-se a entender que aqui, neste caso, não aconteceu nada.

Rupnik, o protegido

[O flagelo que não acaba – XII]

Rupnik, o protegido

O comunicado de imprensa, como o emitido pelo Vicariato de Roma, é uma autêntica filigrana para dizer algo que evidencie a posição de quem o emite e que, na sua “perfeita?” redação, faz com que as margens do texto fiquem pejadas de pessoas já muito feridas, que continuam a ser insultadas com desprezo, com indiferença e, sobretudo, com a dúvida permanente sobre aquilo que denunciam desde a mais absoluta invisibilidade.

Chantagem!

[O flagelo que não acaba – XI]

Chantagem!

Durante a última JMJ ficou evidente que as pessoas LGTBIQ+ continuam a ser alvo de alguns grupos, cuja alegada e exibida “pureza religiosa” contrastou fortemente com a clareza com que Francisco disse que na Igreja cabem todos, todos, todos!! Creio que a maioria de nós partilha o que disse Francisco, porque não se pode falar de comunhão se todos aqueles que querem estar na Igreja, porque se sentem e são Igreja, não o podem fazer.

A teia de aranha

[O flagelo que não acaba – X]

A teia de aranha

Ainda há pessoas a quem lhes custa acreditar que a realidade dos abusos seja verdadeira; outras gostariam que estas coisas não se tornassem públicas, porque o que não se sabe não existe e é melhor não saber; e outras negam absolutamente que isso aconteça e veem isto como um ataque à Igreja. [A opinião de Cristina Inogés-Sanz]

Francisco na Disney: Outra forma de JMJ?

[Olhar de teóloga]

Francisco na Disney: Outra forma de JMJ?

Confusa e assustada com o selo que o Vaticano, com uma grande falta de sensibilidade, emitiu sobre a JMJ de Lisboa e que, felizmente, foi retirado, vejo que poderia ser necessária outra forma de JMJ. Com um pouco de imaginação e criatividade seria possível ir reformando uma estrutura que não mudou desde que foi criada em 1984. O mundo e os seus habitantes mudaram muito desde então. Os jovens especialmente.

O perdão não substitui a justiça

[O flagelo que não acaba (IX)]

O perdão não substitui a justiça

Gostaria muito que este pudesse ser verdadeiramente o último artigo dedicado ao flagelo que não acaba, os abusos na Igreja. Como temo que, infelizmente, não poderá ser assim, não quero colocar (fim) e deixo em aberto a possibilidade de poder retomar a série. Vou-me referir ao perdão e à reconciliação em geral na Igreja, porque nos faz muita falta.

Sensibilidade e bom senso

[O flagelo que não acaba (VIII)]

Sensibilidade e bom senso

Pessoas perfeitas? Felizmente elas não existem na vida porque isso nos faria deuses. Ninguém nasce sabendo tudo; porém, nascemos com a capacidade de aprender e aquilo que não podemos aprender ou que nos causa dúvidas podemos perguntar. (Opinião de Cristina Inogés Sanz, teóloga)

Falamos de abusos na vida religiosa?

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Só porque algo não é falado não significa que não exista. A cultura da impunidade não só nasceu e se instalou nos seminários, como também estendeu os seus tentáculos à vida religiosa. Não deve surpreender-nos porque o abuso de poder impregnou todas e cada uma das estruturas da Igreja, e a vida religiosa é uma delas. (Crónica de Cristina Inogés Sanz)

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