Algures no meu diário monástico, encontrei este fogacho que escrevi no silêncio das águas ecoantes do claustro interior do repouso eterno monacal: «Agora entendo no meu corpo próprio a filósofa Simone Weil que, no seu livro A gravidade e a graça, no capítulo “Mística do trabalho”, escrevia o seguinte: “Os trabalhadores têm necessidade de poesia mais do que de pão.










