O afastamento que alguém pode experimentar em relação à Igreja, como reacção à imperfeição do corpo que a compõe é, por um lado, compreensível – já que se abrem brechas que põem em causa a autoridade moral da instituição e revelam problemas complexos e enraizados. Mas é, ao mesmo tempo, expressão de uma imaturidade de fé que confunde situações específicas com um todo mais abrangente.





