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Artigos de João Valério
“Ad Gentes”, a todas as gentes

“Ad Gentes”, a todas as gentes

O afastamento que alguém pode experimentar em relação à Igreja, como reacção à imperfeição do corpo que a compõe é, por um lado, compreensível – já que se abrem brechas que põem em causa a autoridade moral da instituição e revelam problemas complexos e enraizados. Mas é, ao mesmo tempo, expressão de uma imaturidade de fé que confunde situações específicas com um todo mais abrangente.

“Ad Gentes”, a todas as gentes

Orlas temporais

Tempo de mudança e novo ano é um tempo panorâmico entre extremos. Um tempo de olhar em volta, para o que ficou atrás e para o possível que se adivinha em frente. São dias em torno da transição, um limbo entre o fim de ano que espera o futuro e o princípio de ano que se volta para admirar o passado.

“Ad Gentes”, a todas as gentes

Cultivar caminhos para a JMJ

“É preciso rasgar com aquilo que é costume, e inovar, e arriscar o que é diferente” – propôs D. Américo Aguiar numa celebração na Sé Nova de Coimbra em Outubro de 2021.[1] É um excelente propósito para a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) de Lisboa e, felizmente, já se vê algum caminho nesse sentido.

“Ad Gentes”, a todas as gentes

O grande vazio

“Vaidade das vaidades, tudo é vaidade.” Com estas palavras tão conhecidas e repetidas começa e termina o Eclesiastes. Vaidade, do latim vanitas, traz consigo o sentido de vão, vazio.

“Ad Gentes”, a todas as gentes

Tríptico e eco

É nesse momento de suspensão, de silêncio, em que deixamos de procurar activamente, entrando delicadamente no espaço-sem-espaço e no tempo-atemporal, que “mergulhamos com ele até ao fundo” e nos aproximamos do clarão do farol que dissolve as trevas ao varrer a noite [não fosse este jogo de escondidas e pensaríamos nós um dia ter já um domínio total e um conhecimento perfeito daquele que nos procura] para que, pelos vislumbres da beleza da sua presença, nos sintamos chamados a ir procurando mais e sempre de modo renovado.

“Ad Gentes”, a todas as gentes

Ver mais longe com os cedros do Líbano

Para os tempos que vivemos, talvez um pouco de botânica e de literatura ajudem a temperar esta turbulência que nos impede de ter uma perspectiva mais tranquila sobre o mundo. Começo por uma imagem bíblica de beleza natural, a do cedro do Líbano. Esta árvore de grande porte é um sinal de longevidade e vitalidade.

“Ad Gentes”, a todas as gentes

“Ad Gentes”, a todas as gentes

O afastamento que alguém pode experimentar em relação à Igreja, como reacção à imperfeição do corpo que a compõe é, por um lado, compreensível – já que se abrem brechas que põem em causa a autoridade moral da instituição e revelam problemas complexos e enraizados. Mas é, ao mesmo tempo, expressão de uma imaturidade de fé que confunde situações específicas com um todo mais abrangente.

“Ad Gentes”, a todas as gentes

Orlas temporais

Tempo de mudança e novo ano é um tempo panorâmico entre extremos. Um tempo de olhar em volta, para o que ficou atrás e para o possível que se adivinha em frente. São dias em torno da transição, um limbo entre o fim de ano que espera o futuro e o princípio de ano que se volta para admirar o passado.

“Ad Gentes”, a todas as gentes

Cultivar caminhos para a JMJ

“É preciso rasgar com aquilo que é costume, e inovar, e arriscar o que é diferente” – propôs D. Américo Aguiar numa celebração na Sé Nova de Coimbra em Outubro de 2021.[1] É um excelente propósito para a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) de Lisboa e, felizmente, já se vê algum caminho nesse sentido.

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É nesse momento de suspensão, de silêncio, em que deixamos de procurar activamente, entrando delicadamente no espaço-sem-espaço e no tempo-atemporal, que “mergulhamos com ele até ao fundo” e nos aproximamos do clarão do farol que dissolve as trevas ao varrer a noite [não fosse este jogo de escondidas e pensaríamos nós um dia ter já um domínio total e um conhecimento perfeito daquele que nos procura] para que, pelos vislumbres da beleza da sua presença, nos sintamos chamados a ir procurando mais e sempre de modo renovado.

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CNJP exige distribuição dos bens existentes e mobilização do património da Igreja

Crise da habitação

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Não às armas nucleares (3):  a paz não exige anjos

[Arquipélago Jerusalém]

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Foi uma grande semana para a democracia e contra os impérios: Órban, Bolsonaro e Vučić perderam eleições, Netanyahu perdeu o poder. A Hungria e a Sérvia libertam-se das democracias musculadas e da dependência de Moscovo; o Brasil terá evitado o regresso da direita radical. Em Israel, uma coligação de Gadi Eisenkot com os partidos árabes poderia recuperar o caminho de Yitzhak Rabin, que assinou os Acordos de Oslo com a OLP em 1993. [Texto de Mendo Castro Henriques]

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