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Artigos de Júlia Costa
“h” de helena e de hora

[Dicionário particular]

“h” de helena e de hora

Chamava-se Helena e era a minha mãe, aliás, ainda é a minha mãe: as mães vivem para sempre no coração dos filhos, são eternas porque muito amam, e quem muito ama jamais morre, pois, o Amor tem o poder de eternizar. [Texto de Júlia Costa].

“f” de francisco e de flores amarelas

[Dicionário particular]

“f” de francisco e de flores amarelas

“O Papa trouxe para o seu pontificado a arte do tango argentino: a irreverência, a valorização das emoções, o olhar intenso, o abraço apertado, o improviso, a comunicação, a complexidade da coreografia, os desafiantes passos, a entrega, a beleza, a sedução, a sofisticação, a elegância, a confiança, a compreensão profunda. Francisco consegue ser surpreendente, quer pela leveza que trouxe, quer pelo mergulho em profundidade.” [Texto de Júlia Costa].

“e” de esperança: o melhor ainda não chegou

[Dicionário particular]

“e” de esperança: o melhor ainda não chegou

“Quando era pequena explicaram-me que ter esperança era muito mais do que querer que o “meu” Sporting ganhasse os jogos ou esperar que os meus pais me oferecessem aquilo que eu tinha pedido. Disseram-me que isso era uma esperança infantil, própria das crianças como eu, pois a verdadeira esperança é a que brota do coração de forma adulta.” [Texto de Júlia Costa].

“c” de Casa Branca

[Dicionário particular]

“c” de Casa Branca

“Na sala oval da Casa Branca, abriram-se fendas na estrutura, tremeu a fundação. Histórias não contadas, (in)verdades, discursos, retórica, medo, promessas que, afinal, não se vão cumprir.” – A reflexão de Júlia Costa, para ler no 7MARGENS.

“c” de Casa Branca

[Dicionário particular]

“b” de brutalista

“No início do ano, nos Globos de Ouro, quando ouvi o nome do filme, a primeira ideia que me ocorreu foi que a temática seria sobre uma qualquer criatura humana abrutalhada e violenta. Não é – ou se calhar é, há que ver o filme. Quem será, afinal, o brutalista?” – A reflexão de Júlia Costa, para ler no 7MARGENS.

“c” de Casa Branca

[Dicionário particular]

“a” de amor

“Já lá vai o São Valentim que todos os anos aparece, e desaparece, trazendo e levando consigo esta espécie de obrigação: um dia marcado para demonstrar como anda a nossa performance amorosa. Mas, o que será, afinal, o amor?” – A reflexão de Júlia Costa

“h” de helena e de hora

[Dicionário particular]

“h” de helena e de hora

Chamava-se Helena e era a minha mãe, aliás, ainda é a minha mãe: as mães vivem para sempre no coração dos filhos, são eternas porque muito amam, e quem muito ama jamais morre, pois, o Amor tem o poder de eternizar. [Texto de Júlia Costa].

“f” de francisco e de flores amarelas

[Dicionário particular]

“f” de francisco e de flores amarelas

“O Papa trouxe para o seu pontificado a arte do tango argentino: a irreverência, a valorização das emoções, o olhar intenso, o abraço apertado, o improviso, a comunicação, a complexidade da coreografia, os desafiantes passos, a entrega, a beleza, a sedução, a sofisticação, a elegância, a confiança, a compreensão profunda. Francisco consegue ser surpreendente, quer pela leveza que trouxe, quer pelo mergulho em profundidade.” [Texto de Júlia Costa].

“e” de esperança: o melhor ainda não chegou

[Dicionário particular]

“e” de esperança: o melhor ainda não chegou

“Quando era pequena explicaram-me que ter esperança era muito mais do que querer que o “meu” Sporting ganhasse os jogos ou esperar que os meus pais me oferecessem aquilo que eu tinha pedido. Disseram-me que isso era uma esperança infantil, própria das crianças como eu, pois a verdadeira esperança é a que brota do coração de forma adulta.” [Texto de Júlia Costa].

“c” de Casa Branca

[Dicionário particular]

“c” de Casa Branca

“Na sala oval da Casa Branca, abriram-se fendas na estrutura, tremeu a fundação. Histórias não contadas, (in)verdades, discursos, retórica, medo, promessas que, afinal, não se vão cumprir.” – A reflexão de Júlia Costa, para ler no 7MARGENS.

“c” de Casa Branca

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“b” de brutalista

“No início do ano, nos Globos de Ouro, quando ouvi o nome do filme, a primeira ideia que me ocorreu foi que a temática seria sobre uma qualquer criatura humana abrutalhada e violenta. Não é – ou se calhar é, há que ver o filme. Quem será, afinal, o brutalista?” – A reflexão de Júlia Costa, para ler no 7MARGENS.

“c” de Casa Branca

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“a” de amor

“Já lá vai o São Valentim que todos os anos aparece, e desaparece, trazendo e levando consigo esta espécie de obrigação: um dia marcado para demonstrar como anda a nossa performance amorosa. Mas, o que será, afinal, o amor?” – A reflexão de Júlia Costa

Últimas Notícias

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Os trajes de Viana

Trago comigo (14)

Os trajes de Viana

Publicamos hoje o décimo quarto texto, da autoria de Celina Valente, da rubrica que intitulamos “Trago comigo”, remetendo para a ideia de alguma coisa pessoalmente significativa que cada qual guarda na sua memória. Celina Valente regressa às suas memórias sobre os trajes de Viana do Castelo feitos de sorrisos e algumas vezes de silêncio.

Os filhos por contrato

[Entre Margens]

Os filhos por contrato

Um caso recentemente noticiado exemplifica bem até onde pode chegar o princípio em que se baseia a prática e legalização da chamada “gestação de substituição” (ou “barriga de aluguer). Como um dique que se abre e não permite deter uma torrente de água, esta é uma consequência lógica desse princípio: a redução de um filho e de uma mãe gestante a objeto de um contrato, a sua instrumentalização ou “coisificação” como meios e não como fins em si mesmos. [Texto de Pedro Vaz Patto].

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