O dia de Natal na Rússia (7 de janeiro) registou, este ano, um gesto profético: o ‘nascimento’ de uma tomada de posição e apelo apresentado por um grupo de membros do clero e leigos da Igreja Ortodoxa Russa (IOR), de que só nos últimos dias se teve conhecimento, na qual se rejeita a guerra e se faz uma contundente crítica da orientação adotada pelo Patriarca Cirilo, de Moscovo. “Não temos o direito de permanecer em silêncio”, dizem logo a abrir.












