O grande desafio da educação para a paz passa por olhar o outro, os outros – pessoas, grupos, povos – como enriquecimento, em vez de ameaça; querer conhecer melhor as suas culturas e anseios, em vez de me fechar numa atitude autorreferencial; “escutar com o coração”, como sugeria recentemente o Papa Francisco, em lugar de apenas ouvir; e aprender a fazer caminho com os outros, em vez de à revelia dos outros. Por aí se poderá desatar o nó cego do “grande problema”.












