O caso dos abusos espirituais, sexuais e de poder do padre jesuíta Marko Rupnik, de nacionalidade eslovena e carreira desenvolvida em Roma, na proximidade com a Cúria do Vaticano, é provavelmente o mais dramático de uma nova etapa dos abusos na Igreja: aqueles em que as vítimas são “pessoas vulneráveis”, sobretudo mulheres consagradas.











