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Artigos de Margarida Cordo
O inimaginável amanhã

O inimaginável amanhã

“(…) A escrita favoreceu o aparecimento de poderosas entidades ficcionais que organizaram as vidas de milhões de pessoas e deram novas formas à realidade de rios, pântanos e crocodilos. Ao mesmo tempo a escrita fez com que fosse mais fácil para os homens acreditarem na existência de tais entidades ficcionais, porque acostumou as pessoas a experimentarem a realidade através da mediação de símbolos abstratos.” Diz isto Yuval Noah Harari, em Homo Deus, História Breve do Amanhã.

O inimaginável amanhã

Não fazias falta nenhuma (ténue é a memória do homem)

Muitas teorias se têm lançado acerca da utilidade ou, pelo menos, da pertinência do novo coronavírus. Muitos textos, dissertações, vídeos impressionantes se têm produzido a acompanhar os relatos idiossincráticos dos pensadores pela sua cabeça e dos pseudopensadores, plagiadores fanáticos do material alheio.

O inimaginável amanhã

Em tempo de Covid-19

Hesitei no título que haveria de dar a este artigo; pensei na alternativa: “Afinal quem é o homem do século XXI?” Poderia dizer: esse deslumbrado, contaminado pela pressa, controlador de tudo em nome da sua total autonomia, da liberdade que quer levar ao extremo, da autodestruição omnipotente, do ridículo sabor de querer ser Deus.

O inimaginável amanhã

A Baixa Pombalina vai ser dos turistas

Tem sido notícia que a Baixa Pombalina, em Lisboa, vai ficar quase sem carros, a não ser os dos residentes e pouco mais. Na verdade, ninguém contesta que o planeta tem de ser preservado, mas não com medidas pseudo-populistas ou apenas na moda, balofas e impensadas para a dimensão que têm.

O inimaginável amanhã

Ditadura da esperteza ou psicopatia

Vivemos na era do destemor e do medo; da aceleração e da lentidão; das raivas e das guerras, mas também do desejo de paz; da ambição de conhecimento e da real ignorância sem qualquer sabedoria.

O inimaginável amanhã

Vergonha da velhice ou omnipotência da juventude

Apesar de não estar muito na moda olhar para o lado ou em frente, já que, na verdade, olhamos essencialmente para baixo ou para cima, não é nestas direções que conseguimos ir buscar aprendizagens que nos tornam mais sábios.

O inimaginável amanhã

O barulho não faz bem

Nos últimos tempos, por razões diversas, algumas conversas têm-se dirigido maioritariamente para o facto de se habitar na cidade, suas comodidades e seus incómodos.

O inimaginável amanhã

A minha amiga comida

Na mesa ao lado uma mulher mais nova, muito nova, seguramente com menos 30 anos e 20 de idade, sentou-se e encomendou um croissant com chocolate e um refrigerante. Tinha visivelmente excesso de peso. Era cliente habitual e a dose bem conhecida do empregado. Quando estava a terminar ele perguntou, aliás, se ia ao segundo.

O inimaginável amanhã

O inimaginável amanhã

“(…) A escrita favoreceu o aparecimento de poderosas entidades ficcionais que organizaram as vidas de milhões de pessoas e deram novas formas à realidade de rios, pântanos e crocodilos. Ao mesmo tempo a escrita fez com que fosse mais fácil para os homens acreditarem na existência de tais entidades ficcionais, porque acostumou as pessoas a experimentarem a realidade através da mediação de símbolos abstratos.” Diz isto Yuval Noah Harari, em Homo Deus, História Breve do Amanhã.

O inimaginável amanhã

Não fazias falta nenhuma (ténue é a memória do homem)

Muitas teorias se têm lançado acerca da utilidade ou, pelo menos, da pertinência do novo coronavírus. Muitos textos, dissertações, vídeos impressionantes se têm produzido a acompanhar os relatos idiossincráticos dos pensadores pela sua cabeça e dos pseudopensadores, plagiadores fanáticos do material alheio.

O inimaginável amanhã

Em tempo de Covid-19

Hesitei no título que haveria de dar a este artigo; pensei na alternativa: “Afinal quem é o homem do século XXI?” Poderia dizer: esse deslumbrado, contaminado pela pressa, controlador de tudo em nome da sua total autonomia, da liberdade que quer levar ao extremo, da autodestruição omnipotente, do ridículo sabor de querer ser Deus.

O inimaginável amanhã

A Baixa Pombalina vai ser dos turistas

Tem sido notícia que a Baixa Pombalina, em Lisboa, vai ficar quase sem carros, a não ser os dos residentes e pouco mais. Na verdade, ninguém contesta que o planeta tem de ser preservado, mas não com medidas pseudo-populistas ou apenas na moda, balofas e impensadas para a dimensão que têm.

O inimaginável amanhã

Ditadura da esperteza ou psicopatia

Vivemos na era do destemor e do medo; da aceleração e da lentidão; das raivas e das guerras, mas também do desejo de paz; da ambição de conhecimento e da real ignorância sem qualquer sabedoria.

O inimaginável amanhã

Vergonha da velhice ou omnipotência da juventude

Apesar de não estar muito na moda olhar para o lado ou em frente, já que, na verdade, olhamos essencialmente para baixo ou para cima, não é nestas direções que conseguimos ir buscar aprendizagens que nos tornam mais sábios.

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O barulho não faz bem

Nos últimos tempos, por razões diversas, algumas conversas têm-se dirigido maioritariamente para o facto de se habitar na cidade, suas comodidades e seus incómodos.

O inimaginável amanhã

A minha amiga comida

Na mesa ao lado uma mulher mais nova, muito nova, seguramente com menos 30 anos e 20 de idade, sentou-se e encomendou um croissant com chocolate e um refrigerante. Tinha visivelmente excesso de peso. Era cliente habitual e a dose bem conhecida do empregado. Quando estava a terminar ele perguntou, aliás, se ia ao segundo.

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Sínodo não tem princípio nem fim

[Entre Margens]

Sínodo não tem princípio nem fim

O caminho sinodal não se limita a um momento específico, mas constitui um processo contínuo de escuta, empenhamento e participação. A Igreja permanece sempre em caminho, procurando reconhecer, à luz do Evangelho, os desafios do presente e as respostas que o Espírito Santo lhe inspira. [Texto de Joaquim Armindo].

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