Para ser ateu, é preciso muita fé é uma frase que não pretende ser uma provocação mas sim um teste de consistência. A frase obriga a perguntar que tipo de mundo estamos dispostos a aceitar como “auto-explicativo”. E, curiosamente, essa pergunta ganha outro peso quando é feita por alguém como Simon Conway Morris, recém-distinguido com o Templeton Prize. [Texto de Mendo Castro Henriques].












