Paulo Melo

Precisamos de nos ouvir (37) – Paulo Melo: Memória de meu Pai

Entre o primeiro e o segundo confinamento, a 14 de novembro, o meu Pai morreu. Tinha 89 anos, era um arquiteto prematuramente aposentado devido, em parte, à revolução digital. Em tempo de falta, de ausência, muitas recordações sobrevêm. Gratas umas, outras nem tanto. Cresci, aprendi, aceitei e recusei, em relação com ele. Lembro, com gratidão, o...

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