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Artigos de Pedro Castro Gomes
Cabanas de Tavira

Cabanas de Tavira

Lembro-me da primeira vez que pisei Cabanas de Tavira. Vindo da estação de comboios, deixava-me guiar pelo cheiro a maresia da Ria Formosa. A minha namorada e a sua avó abriam caminho entre a calçada portuguesa, as típicas casas baixas e os restaurantes, onde algumas pessoas saboreavam o ar e a serenidade algarvia, sentadas nas esplanadas.

Entre o Quinto Império e os pedintes: o que resta de Lisboa?

Coimbra: entre história, alma e novos começos

Palmilhando a Avenida Sá da Bandeira, em Coimbra, sinto as passadas da história ao percorrer os passeios. Imagino os cheiros que Eça de Queiroz experimentava – talvez bebesse um café no Nicola, ajeitando o monóculo enquanto lia a imprensa nacional da época. [Texto de Pedro Castro Gomes].

Entre o Quinto Império e os pedintes: o que resta de Lisboa?

Quando o café era refúgio e as baratas eram bem-vindas

Quando a sociedade insiste em viver afundada em ecrãs, recordo-me dos cafés de bairro. Havia um café debaixo do meu prédio que, passando por várias gerências, era sempre o ponto de encontro de pessoas de várias idades. Procuravam apenas um local de repouso, onde pudessem trocar histórias ou feitos passados e, por vezes, fazer uma previsão da próxima jornada do campeonato de futebol. [Pedro Castro Gomes]

Entre o Quinto Império e os pedintes: o que resta de Lisboa?

A Simplicidade perdida: memórias de um parque abandonado

Na primária, fazia parte de uma turma multicultural. Naquele tempo, não havia grupos ou barricadas políticas para combater o racismo e fomentar a fraternidade entre nós. Bastava-nos o bom-senso e a bondade infantil. Brincávamos todos juntos no parque. [Texto de Pedro Castro Gomes].

Cabanas de Tavira

Cabanas de Tavira

Lembro-me da primeira vez que pisei Cabanas de Tavira. Vindo da estação de comboios, deixava-me guiar pelo cheiro a maresia da Ria Formosa. A minha namorada e a sua avó abriam caminho entre a calçada portuguesa, as típicas casas baixas e os restaurantes, onde algumas pessoas saboreavam o ar e a serenidade algarvia, sentadas nas esplanadas.

Entre o Quinto Império e os pedintes: o que resta de Lisboa?

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Palmilhando a Avenida Sá da Bandeira, em Coimbra, sinto as passadas da história ao percorrer os passeios. Imagino os cheiros que Eça de Queiroz experimentava – talvez bebesse um café no Nicola, ajeitando o monóculo enquanto lia a imprensa nacional da época. [Texto de Pedro Castro Gomes].

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Quando o café era refúgio e as baratas eram bem-vindas

Quando a sociedade insiste em viver afundada em ecrãs, recordo-me dos cafés de bairro. Havia um café debaixo do meu prédio que, passando por várias gerências, era sempre o ponto de encontro de pessoas de várias idades. Procuravam apenas um local de repouso, onde pudessem trocar histórias ou feitos passados e, por vezes, fazer uma previsão da próxima jornada do campeonato de futebol. [Pedro Castro Gomes]

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Últimas Notícias

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O meu tio Fred

[Arquipélago Jerusalém]

O meu tio Fred novidade

Contra a vaga da direita radical e de antisemitismo que assalta a França e a Alemanha e que tem expressão em vitórias eleitorais, gostaria de evocar o legado do meu tio-bisavô Fréderic Kohn-Abrest (1850-1893). Foi um ilustre jornalista, dramaturgo e ensaísta que viveu entre Paris e Viena e lutou nesses tempos longínquos para criar pontes entre os europeus. [Texto de Mendo Castro Henriques].

Disponibilizada tradução provisória do Livro de Baruc e Carta de Jeremias

Bíblia da CEP

Disponibilizada tradução provisória do Livro de Baruc e Carta de Jeremias novidade

A Comissão Coordenadora da Tradução da Bíblia da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) disponibilizou a tradução provisória do Livro de Baruc e da Carta de Jeremias, dando continuidade ao processo de revisão e tradução dos textos bíblicos. Como nas restantes publicações, a comissão convida os leitores a enviar sugestões e comentários para contribuir para a revisão do texto.

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