“Caro Presidente Biden, sei que o lugar que ocupa, e que vai deixar dentro de dois meses, não é fácil. Mas foi pena o senhor não se exigir mais a si mesmo.” – A missiva do jornalista António Marujo, para ler no À Margem desta semana.
“Caro Presidente Biden, sei que o lugar que ocupa, e que vai deixar dentro de dois meses, não é fácil. Mas foi pena o senhor não se exigir mais a si mesmo.” – A missiva do jornalista António Marujo, para ler no À Margem desta semana.
Os acontecimentos que se seguiram à morte trágica, inútil e gratuita de Odair Moniz no dia 21 de outubro devem-nos obrigar – temos essa responsabilidade – a reflectir e, sobretudo, a tentar mudar o estado das coisas.
Daqui a um mês conheceremos os resultados da Cimeira das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP29). Em Baku (Azerbaijão) cientistas, ativistas do clima e responsáveis políticos de todo o mundo discutirão como custear medidas que minimizem as alterações climáticas e como colocar à disposição dos países mais pobres meios financeiros para enfrentarem as consequências da crise climática. Alguém espera decisões corajosas?
“Se parar as guerras e conseguir a paz com justiça é uma tarefa necessária e urgente, isso não é suficiente. É preciso voltar a inscrever nas agendas públicas formas de desenvolver e concretizar culturas de paz.”
Queria falar-vos sobre o Rendimento Básico Universal (RBU) ou Rendimento Básico Incondicional (RBI), não só porque me parece uma questão importante, apesar de controversa, mas também porque o Papa, por diversas ocasiões, tem sublinhado a sua importância em termos de direitos dos mais desprotegidos.
O sínodo que ontem, dia 2, viveu a abertura da sua segunda sessão plenária ocupa o lugar do concílio que a herança dos dois anteriores pontificados não permitiu a Francisco convocar. Se bem que a missão da Igreja seja um dos três pilares deste sínodo, aquilo que em linguagem laica poderíamos chamar de “organização da Igreja” constitui a sua centralidade.
Nas vésperas do Dia Internacional da Consciencialização sobre Perdas e Desperdício Alimentar, que se celebra anualmente a 29 de Setembro, o jornalista Eduardo Jorge Madureira mostra como é urgente passarmos da consciencialização à ação.
De uma coisa estou certa: se nas escolas se voltasse a ensinar Educação Moral e Religiosa (ou pelo menos uma História e Cultura das Religiões), o mundo seria um lugar um pouco melhor. É importante que a disciplina não morra.
“Caro Presidente Biden, sei que o lugar que ocupa, e que vai deixar dentro de dois meses, não é fácil. Mas foi pena o senhor não se exigir mais a si mesmo.” – A missiva do jornalista António Marujo, para ler no À Margem desta semana.
Os acontecimentos que se seguiram à morte trágica, inútil e gratuita de Odair Moniz no dia 21 de outubro devem-nos obrigar – temos essa responsabilidade – a reflectir e, sobretudo, a tentar mudar o estado das coisas.
Daqui a um mês conheceremos os resultados da Cimeira das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP29). Em Baku (Azerbaijão) cientistas, ativistas do clima e responsáveis políticos de todo o mundo discutirão como custear medidas que minimizem as alterações climáticas e como colocar à disposição dos países mais pobres meios financeiros para enfrentarem as consequências da crise climática. Alguém espera decisões corajosas?
“Se parar as guerras e conseguir a paz com justiça é uma tarefa necessária e urgente, isso não é suficiente. É preciso voltar a inscrever nas agendas públicas formas de desenvolver e concretizar culturas de paz.”
Queria falar-vos sobre o Rendimento Básico Universal (RBU) ou Rendimento Básico Incondicional (RBI), não só porque me parece uma questão importante, apesar de controversa, mas também porque o Papa, por diversas ocasiões, tem sublinhado a sua importância em termos de direitos dos mais desprotegidos.
O sínodo que ontem, dia 2, viveu a abertura da sua segunda sessão plenária ocupa o lugar do concílio que a herança dos dois anteriores pontificados não permitiu a Francisco convocar. Se bem que a missão da Igreja seja um dos três pilares deste sínodo, aquilo que em linguagem laica poderíamos chamar de “organização da Igreja” constitui a sua centralidade.
Nas vésperas do Dia Internacional da Consciencialização sobre Perdas e Desperdício Alimentar, que se celebra anualmente a 29 de Setembro, o jornalista Eduardo Jorge Madureira mostra como é urgente passarmos da consciencialização à ação.
De uma coisa estou certa: se nas escolas se voltasse a ensinar Educação Moral e Religiosa (ou pelo menos uma História e Cultura das Religiões), o mundo seria um lugar um pouco melhor. É importante que a disciplina não morra.
Anunciado esta sexta-feira
Nobel da Paz distingue Navi Pillay, jurista que liderou investigação da ONU sobre genocídio em GazaA jurista sul-africana Navi Pillay, antiga alta-comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos, foi distinguida esta sexta-feira, 9 de outubro, com o Prémio Nobel da Paz de 2026, pelo seu trabalho em defesa da paz e do direito internacional, anunciou o Comité Nobel norueguês.
Padre da Obra da Rua morreu
Telmo Ferraz (1925-2026), cem anos a espalhar profeciaO padre Telmo Ferraz, da Obra da Rua, celebra cem anos de vida e missão. Membro do clero da Diocese de Bragança-Miranda, nasceu no Mogadouro a 25 de novembro de 1925 e começou cedo o seu sacerdócio de rebeldia e compromisso social. Denunciava a tragédia humanitária provocada pelas condições péssimas em que viviam quantos davam a vida na construção de barragens naquele Trás-os-Montes longínquo e abandonado dos anos 1950. [Texto de Tony Neves]
Em Nova Iorque
Contra a corrida ao armamento e o ódio online, Santa Sé coloca dignidade humana no centro assembleia da ONUA saúde, a educação e a segurança alimentar não devem ser sacrificadas em favor do aumento dos gastos militares. O apelo foi deixado pelo arcebispo Christophe Zakhia El-Kassis, observador permanente da Santa Sé junto das Nações Unidas, durante a 81.ª sessão da Assembleia Geral da ONU.
[Entre Margens]
Joana Lopes: 88 cravos à sua memóriaNo próximo Domingo, 11 de Outubro, Joana Lopes, que nos deixou a 5 de Fevereiro deste ano, completaria 88 anos. A Joana teve um papel importante na resistência católica contra a ditadura, tendo levado a cabo lutas muito importantes em que denunciava a guerra colonial. Tinha também uma atividade cívica intensa, assumindo a defesa de lutas políticas essenciais que não são menos importantes no nosso tempo. [Texto de Filipe Moisés].
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