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Tradição e contemporaneidade, silêncio e verdade

“Do Fundo do Cálice”

Tradição e contemporaneidade, silêncio e verdade

Do Fundo do Cálice é o título da última obra do padre Joaquim Félix de Carvalho, que apresenta o Calix Mundi e o Cálice de Peregrinação, duas peças concebidas pelo artista plástico norueguês Asbjørn Andresen para a Capela Árvore da Vida. O 7MARGENS apresenta o prefácio e o posfácio da obra de João Norton de Matos e João Alves da Cunha, respetivamente.

Vida, luz e sombra (sobre “Silêncio na Era do Ruído”)

Vida, luz e sombra (sobre “Silêncio na Era do Ruído”)

Num tempo em que precisamos de vidros duplos para ter silêncio em casa ou nos protegermos do som infernal das brocas que perfuram azulejos da casa do vizinho ou lá em baixo na rua; num tempo em que tanta gente só adormece mantendo a TV ligada ou ouvindo o spotify nos auscultadores incansáveis do telemóvel com os fios a adentrar-se nos ouvidos, da real dependência de ecrãs e luzes fosforescentes, do facebook e do whatsapp – que cansaço! –, é preciso reaprendermos o silêncio.

O futuro só a Deus pertence

O futuro só a Deus pertence

“O futuro só a Deus pertence” – não saberia quantificar o número de vezes que esta frase tem ecoado junto dos meus pensamentos. À medida que a invasão russa na Ucrânia se intensifica, rezo – rezamos – rezemos para que se alcance a paz, para que não deixemos morrer a esperança de que é possível viver num mundo seguro. O futuro é incerto.

O “desconcerto” do humorista e do padre

"Cheirar a ovelha, falar como ovelha"

O “desconcerto” do humorista e do padre

Na última quarta-feira, 26 de Janeiro, o Desconcerto, espectáculo em cena no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, até este domingo à noite, teve a participação do padre Patrício Oliveira, pároco da Marinha Grande que, chamado ao palco, interagiu com César Mourão e os músicos intervenientes: António Zambujo, Luísa Sobral e Miguel Araújo. O 7MARGENS pediu ao padre Patrício uma reflexão sobre este episódio, que a seguir se publica.

Lembrar as vítimas do nazismo

Holocausto

Lembrar as vítimas do nazismo

27 de janeiro, a data em que o Exército Vermelho libertou Auschwitz, tornou-se o dia internacional em memória das vítimas do nazismo. Hoje quero lembrar Karl Stojka, e o seu aviso: “Não foi Hitler, nem Göring, nem Goebels, nem Himmler, nem nenhum desses quem me arrastou e espancou. Não. Foi o sapateiro, o vizinho, o leiteiro.”

Tradição e contemporaneidade, silêncio e verdade

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