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Cuidar do planeta: a hora dos cidadãos e das comunidades

Editorial

Cuidar do planeta: a hora dos cidadãos e das comunidades

Como escrevíamos em editorial no início da Cimeira do Clima, “enquanto os políticos, cientistas e ativistas discutem em Glasgow, chegou a hora de vermos com pragmatismo o que é que cada um(a) e todos nós podemos fazer. Aos bispos cabe uma responsabilidade especial nesta matéria que é, no seu alcance profundo, crucial para a salvação do planeta, a justiça social e a paz entre os povos.”

Acordo final não garante limite dos 1,5º Celsius

Cimeira do clima termina sem ambição

Acordo final não garante limite dos 1,5º Celsius

Sem ambição, nem brilho, deixando “o nosso frágil Planeta preso por um fio”, no dizer de António Guterres, terminou ontem, dia 13 de novembro, a Cimeira do Clima de Glasgow aprovando um acordo final que ninguém é capaz de defender como contendo compromissos suficientes para garantir que em 2050 a temperatura média da terra não esteja 1,5º Celsius acima da que existia antes da era industrial.

Prolongamento sem acordo à vista

Cimeira de Glasgow

Prolongamento sem acordo à vista

A Cimeira do Clima de Glasgow seguiu os passos das anteriores e não terminou esta sexta, 12 de novembro, conforme estava inicialmente previsto. Ao fim da tarde. o seu presidente, Alok Sharma, anunciou que uma terceira versão do documento final seria trabalhada durante a noite para ser debatida e finalmente aprovada durante a tarde de sábado.

Esta é “a última das últimas chamadas”

Presidente da Zero sobre Glasgow

Esta é “a última das últimas chamadas”

Esta conferência é “verdadeiramente a última das últimas chamadas”, afirmou Francisco Ferreira, presidente da Zero, durante a entrevista Renascença/Ecclesia publicada hoje, 7 de novembro, na véspera da semana decisiva da Cimeira do Clima de Glasgow. Para Ferreira, é indiscutível que “a humanidade enfrenta um desafio sem precedentes. “

“Este é o momento de agir, de agir juntos!”

Papa em e-book sobre Laudato Si'

“Este é o momento de agir, de agir juntos!”

“Este é o momento de sonhar grande, de repensar as nossas prioridades – o que valorizamos, o que queremos, o que buscamos – e de planear de um modo novo o nosso futuro, comprometendo-nos a agir na vida de acordo com o que sonhamos. Agora é momento de agir, e agir juntos!”, desafia Francisco, no prefácio ao e-book sobre a Laudato Si’.

Na cidade mais quente do mundo, os 32°C são amenos mas não evitam a violação dos direitos humanos

Jacobabad, Paquistão

Na cidade mais quente do mundo, os 32°C são amenos mas não evitam a violação dos direitos humanos

Nos últimos quatro verões, a cidade paquistanesa de Jacobabad ultrapassou com frequência os 50°C. Uma situação que tem origem nas alterações climáticas e, denuncia a Amnistia, consequência nos direitos humanos: por exemplo, o abandono escolar tem crescido entre as crianças, que não se sujeitam a andar quilómetros debaixo de altas temperaturas para chegar a escolas sem qualquer protecção contra o calor.

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Editorial

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