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Um livro também nos pode revelar memórias

Trago comigo (16)

Um livro também nos pode revelar memórias

Neste décimo sexto texto, e último dessa rubrica que intitulamos “Trago comigo”, remetendo para a ideia de alguma coisa pessoalmente significativa que cada qual guarda na sua memória, José Centeio, usando como pretexto o livro de Irene Vallejo “Manifesto pela Leitura”, revela-nos as suas memórias na descoberta da leitura e a sua paixão pelos livros.

As pretas: o caminho é meu, o caminho é delas!

Trago comigo (15)

As pretas: o caminho é meu, o caminho é delas!

Publicamos, da autoria de Sara Jona Laisse, o décimo quinto texto dessa rubrica, que intitulamos “Trago comigo”, remetendo para a ideia de alguma coisa pessoalmente significativa que cada qual guarda na sua memória. Sara Laisse fala-nos de duas mulheres negras brasileiras: Ivone Lara e Nise da Silveira.

“Não voltes ao lugar onde já foste feliz”

[Lugar (in)comum]

“Não voltes ao lugar onde já foste feliz”

O primeiro texto de Lugar (in)comum, a nova rubrica assinada por Júlia Costa. Porque as palavras que repetimos moldam a forma como pensamos. E levar os clichés demasiado a sério não é sabedoria — é uma preguiça mental que nos afasta do essencial.

Os trajes de Viana

Trago comigo (14)

Os trajes de Viana

Publicamos hoje o décimo quarto texto, da autoria de Celina Valente, da rubrica que intitulamos “Trago comigo”, remetendo para a ideia de alguma coisa pessoalmente significativa que cada qual guarda na sua memória. Celina Valente regressa às suas memórias sobre os trajes de Viana do Castelo feitos de sorrisos e algumas vezes de silêncio.

Sentinelas da Casa Comum

[Metáforas vivas]

Sentinelas da Casa Comum

Este texto corresponde à homilia de domingo, 6 de setembro, [domingo xxiii do tempo comum ― a ― 2026], proferida pelo padre Joaquim Félix na igreja matriz de Fragoso (S. Pedro), no arciprestado de Barcelos.

Quando os livros nos trazem memórias de infância

Trago comigo (13)

Quando os livros nos trazem memórias de infância

Publicamos a seguir o décimo terceiro texto dessa rubrica, que intitulamos “Trago comigo”, remetendo para a ideia de alguma coisa pessoalmente significativa que cada qual guarda na sua memória. O texto, de Dulce Vilas Boas, fala-nos de livros e de “Ernestina” de José Rentes de Carvalho.

Peter Pan e os seus pais

[Arquipélago Jerusalém]

Peter Pan e os seus pais

Portugal está a tornar-se uma Terra do Nunca onde o nosso Peter Pan vive no antigo quarto de solteiro, tem um mestrado, dois estágios, recibos verdes e palavra-passe das Finanças. Não se recusa a crescer. Recusam-lhe o salário, a casa, a estabilidade e lugar de adulto. Depois acusam-no de não sair de casa. [Texto de Castro Mendes Henriques].

Fazer do mundo uma casa

Trago comigo (12)

Fazer do mundo uma casa

Publicamos a seguir o décimo segundo texto dessa rubrica, que intitulamos “Trago comigo”, remetendo para a ideia de alguma coisa pessoalmente significativa que cada qual guarda na sua memória. Mário Robalo leva-nos a conhecer um pouco mais do filósofo catalão Josep Maria Esquirol.

Um livro também nos pode revelar memórias

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Neste décimo sexto texto, e último dessa rubrica que intitulamos “Trago comigo”, remetendo para a ideia de alguma coisa pessoalmente significativa que cada qual guarda na sua memória, José Centeio, usando como pretexto o livro de Irene Vallejo “Manifesto pela Leitura”, revela-nos as suas memórias na descoberta da leitura e a sua paixão pelos livros.

As pretas: o caminho é meu, o caminho é delas!

Trago comigo (15)

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Publicamos, da autoria de Sara Jona Laisse, o décimo quinto texto dessa rubrica, que intitulamos “Trago comigo”, remetendo para a ideia de alguma coisa pessoalmente significativa que cada qual guarda na sua memória. Sara Laisse fala-nos de duas mulheres negras brasileiras: Ivone Lara e Nise da Silveira.

“Não voltes ao lugar onde já foste feliz”

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Os trajes de Viana

Trago comigo (14)

Os trajes de Viana

Publicamos hoje o décimo quarto texto, da autoria de Celina Valente, da rubrica que intitulamos “Trago comigo”, remetendo para a ideia de alguma coisa pessoalmente significativa que cada qual guarda na sua memória. Celina Valente regressa às suas memórias sobre os trajes de Viana do Castelo feitos de sorrisos e algumas vezes de silêncio.

Sentinelas da Casa Comum

[Metáforas vivas]

Sentinelas da Casa Comum

Este texto corresponde à homilia de domingo, 6 de setembro, [domingo xxiii do tempo comum ― a ― 2026], proferida pelo padre Joaquim Félix na igreja matriz de Fragoso (S. Pedro), no arciprestado de Barcelos.

Quando os livros nos trazem memórias de infância

Trago comigo (13)

Quando os livros nos trazem memórias de infância

Publicamos a seguir o décimo terceiro texto dessa rubrica, que intitulamos “Trago comigo”, remetendo para a ideia de alguma coisa pessoalmente significativa que cada qual guarda na sua memória. O texto, de Dulce Vilas Boas, fala-nos de livros e de “Ernestina” de José Rentes de Carvalho.

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Portugal está a tornar-se uma Terra do Nunca onde o nosso Peter Pan vive no antigo quarto de solteiro, tem um mestrado, dois estágios, recibos verdes e palavra-passe das Finanças. Não se recusa a crescer. Recusam-lhe o salário, a casa, a estabilidade e lugar de adulto. Depois acusam-no de não sair de casa. [Texto de Castro Mendes Henriques].

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