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O silêncio foi parte da violência. E continua a doer quando volta a ser exigido – Uma carta aberta aos bispos e a toda a Igreja Católica

Testemunho

O silêncio foi parte da violência. E continua a doer quando volta a ser exigido – Uma carta aberta aos bispos e a toda a Igreja Católica

“Escrevo como vítima. Escrevo como católica. Escrevo como alguém que ficou quando tantas outras partes de mim queriam fugir, que permaneceu quando teria sido mais fácil partir, alguém que continuou a rezar quando já mal tinha forças para acreditar, alguém que tentou não deixar a ferida transformar-se em afastamento total.” — testemunho de uma vítima de abuso numa das dioceses portuguesas

“Não te vou abandonar, como eles fizeram contigo”

[Entre Margens]

“Não te vou abandonar, como eles fizeram contigo”

A história de vida do Miguel Salazar é um murro no estômago para todos aqueles que ainda têm mínimos de empatia em relação ao próximo. Maltratado pela própria mãe por ter assumido a sua orientação sexual, o Miguel ouviu gritos, levou tareias, puxões de cabelo, ameaças de expulsão de casa e de ainda mais agressões caso insistisse em defender o direito à sua dignidade. [Texto de Filipe Moisés].

O silêncio foi parte da violência. E continua a doer quando volta a ser exigido – Uma carta aberta aos bispos e a toda a Igreja Católica

Testemunho

O silêncio foi parte da violência. E continua a doer quando volta a ser exigido – Uma carta aberta aos bispos e a toda a Igreja Católica

“Escrevo como vítima. Escrevo como católica. Escrevo como alguém que ficou quando tantas outras partes de mim queriam fugir, que permaneceu quando teria sido mais fácil partir, alguém que continuou a rezar quando já mal tinha forças para acreditar, alguém que tentou não deixar a ferida transformar-se em afastamento total.” — testemunho de uma vítima de abuso numa das dioceses portuguesas

“Não te vou abandonar, como eles fizeram contigo”

[Entre Margens]

“Não te vou abandonar, como eles fizeram contigo”

A história de vida do Miguel Salazar é um murro no estômago para todos aqueles que ainda têm mínimos de empatia em relação ao próximo. Maltratado pela própria mãe por ter assumido a sua orientação sexual, o Miguel ouviu gritos, levou tareias, puxões de cabelo, ameaças de expulsão de casa e de ainda mais agressões caso insistisse em defender o direito à sua dignidade. [Texto de Filipe Moisés].

Últimas Notícias

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“Estás tão bem para a idade!”

[Lugar (in)comum]

“Estás tão bem para a idade!”

“O envelhecimento passou a ser um exame contínuo, em que a nota de passagem é parecer ter, no mínimo, menos dez anos. E quem falha o teste – quem ganha rugas, assume os cabelos brancos, ajusta o tom da voz ou desacelera o ritmo – é visto como desleixado, como se envelhecer não fosse a consequência lógica de estar vivo.” [Texto de Júlia Costa]

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