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O Mercado e o Templo (6): E, entre Judas e Madalena, nasceu a economia europeia

O Mercado e o Templo (6): E, entre Judas e Madalena, nasceu a economia europeia

O “ecónomo-traidor” torna-se imagem de quem vende para ganhar, de todo o comércio torpe; e a Maria, que une três diferentes mulheres dos Evangelhos, símbolo do desperdício piedoso para o culto para o bem comum. A desvalorização do trabalho e do mercado, fruto das culturas arcaicas e greco-romana e de erradas “ideias teológicas”.

Mãos à obra (4) – Troca-a-Tod@s: Economia e solidariedade

Mãos à obra (4) – Troca-a-Tod@s: Economia e solidariedade

 Da Covilhã, Graça Rojão, dirigente da Cooperativa CooLabora, conta-nos sobre o projeto Troca-a-Tod@s e o quanto este tipo de iniciativas são localmente importantes na construção de redes solidárias e de dinamização da economia local. Sobretudo em tempos de crise como o que agora vivemos.

O Mercado e o Templo (4): O tempo é bem comum, mas esquecemo-lo

O Mercado e o Templo (4): O tempo é bem comum, mas esquecemo-lo

Começámos a vender e a comprar tempo quando, no discurso religioso, entrou o Purgatório e, com ele, o negócio sobre tempo dos mortos e, portanto, também dos vivos. Vemos bem os efeitos da destruição do tempo na questão ambiental onde se faz destruição de futuro numa economia toda jogada no presente. No humanismo bíblico, há o Shabbat; no entanto, todos os dias são de Deus; depois, veio o “tempo misto”; e hoje…

Mãos à obra (3) – Sopa Para Todos: Combater a fome e apoiar a restauração

Mãos à obra (3) – Sopa Para Todos: Combater a fome e apoiar a restauração

Dia 2 de fevereiro, na zona de Benfica (Lisboa) Ana viu um senhor a pedir uma sopa para comer. Após várias recusas, uma senhora acabou por lhe pagar uma sopa num café que estava mesmo ali ao lado. “O que me motivou a criar o grupo do Facebook foi a procura de uma solução que respondesse e simplificasse a situação a que tinha assistido nesse dia de manhã. Como não encontrei uma aplicação ou um projeto a nível nacional que respondesse ao que tinha imaginado, acabei por sentir necessidade de o criar, dando assim apoio a quem mais precisa de bens alimentares e, ao mesmo tempo, ajudando a restauração, conta ela ao 7MARGENS.

Precisamos de nos ouvir (41) – Dina Pinto: Rostos que não vemos, ecos que não ouvimos

Precisamos de nos ouvir (41) – Dina Pinto: Rostos que não vemos, ecos que não ouvimos

Olhamos ao nosso redor e nem sempre compreendemos que, embora nos cruzemos com rostos que não vemos e com ecos que não ouvimos, há em cada pessoa uma essência verdadeiramente extraordinária. A máscara como mediação, através da qual um Eu olha para o mistério de outro Eu, faz ressoar a verdadeira essência da vida em sociedade: por detrás de cada máscara, há um rosto a ser cuidado mas, ao mesmo tempo, uma grande batalha a ser vencida.

O Mercado e o Templo (6): E, entre Judas e Madalena, nasceu a economia europeia

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