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Reino, sim

A propósito da consulta sinodal

Reino, sim

Seria muito triste que, depois de termos colocado no centro do nosso olhar precisamente aquilo que Jesus colocou no centro do seu olhar ‒ um Reino de paz e de justiça sem verdugos ou vítimas, mas apenas ‘agapê’ (C. Spicq) ‒ voltássemos, neste século XXI, a olhar apenas para o nosso umbigo…

Como reconstruir a catedral?

Pré-publicação 7M

Como reconstruir a catedral?

Reconstruir o rumor de Deus – Para uma teologia estética da revelação é o título do livro da autoria do padre Miguel Rodrigues, da Arquidiocese de Braga, cujo prefácio, da autoria do padre Joaquim Félix, o 7MARGENS reproduz. O livro é apresentado nesta quarta-feira na Igreja Matriz de Vila do Conde, às 21h30.

Sinodalidade como interpelação às Igrejas locais e à colegialidade episcopal

Intervenção de Borges de Pinho na CEP

Sinodalidade como interpelação às Igrejas locais e à colegialidade episcopal

Há quem continue a pensar que sinodalidade é mais uma “palavra de moda”, que perderá a sua relevância com o tempo. Esquece-se, porventura, que já há décadas falamos repetidamente de comunhão, corresponsabilidade e participação. Sobretudo, ignoram-se os princípios fundacionais e fundantes da Igreja e os critérios que daí decorrem para o ser cristão e a vida eclesial.

Desenhar um mundo mais justo, ecológico e solidário

Passado, presente e futuro são práticas

Desenhar um mundo mais justo, ecológico e solidário

A contemplação e a reflexão sobre o passado, na sua complexidade e nas suas contradições, se é um exercício apropriado não justifica por si só as decisões e as atuações presentes. Se pode existir similitude entre um determinado passado e o presente, os protagonistas e as circunstâncias nem são os mesmos nem se repetem, pois são fruto de pessoas atuais e das suas respetivas motivações.

As armas vistas através do poliedro da guerra

Ensaio

As armas vistas através do poliedro da guerra

  Vem esta reflexão no contexto do desenvolvimento da Guerra da Ucrânia, mas não seria errado dizer que ela poderia e deveria ser feita a todo o tempo, uma vez que a situação de guerra tem vindo a ser uma permanência mundial. Se por vezes dizemos que estamos há...

Da impossibilidade da paz. A guerra molda a humanidade

Ensaio: Dois livros

Da impossibilidade da paz. A guerra molda a humanidade

A invasão da Ucrânia pela Rússia abre um capítulo novo na Europa do pós-Guerra. Pela primeira vez, desde o fim da Segunda Guerra Mundial, um Estado soberano é invadido por outro, com o poder russo a pretender aniquilar o país vizinho – Vladimir Putin disse que “a Ucrânia moderna é uma criação da Rússia”. Este novo capítulo de guerra tem como principal consequência uma militarização acentuada da Europa. Um ensaio a partir de dois livros.

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O padre Telmo Ferraz, da Obra da Rua, celebra cem anos de vida e missão. Membro do clero da Diocese de Bragança-Miranda, nasceu no Mogadouro a 25 de novembro de 1925 e começou cedo o seu sacerdócio de rebeldia e compromisso social. Denunciava a tragédia humanitária provocada pelas condições péssimas em que viviam quantos davam a vida na construção de barragens naquele Trás-os-Montes longínquo e abandonado dos anos 1950. [Texto de Tony Neves]

Joana Lopes: 88 cravos à sua memória

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No próximo Domingo, 11 de Outubro, Joana Lopes, que nos deixou a 5 de Fevereiro deste ano, completaria 88 anos. A Joana teve um papel importante na resistência católica contra a ditadura, tendo levado a cabo lutas muito importantes em que denunciava a guerra colonial. Tinha também uma atividade cívica intensa, assumindo a defesa de lutas políticas essenciais que não são menos importantes no nosso tempo. [Texto de Filipe Moisés].

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Acordamos e consultamos as notícias e fica a impressão que o mundo está muito desarrumado e que somos impotentes para o modificar; que pouco podemos fazer contra a ideologia  trumpista, putinista e xijinpinguista – que mistura consumismo e força bruta: preciso de poder comprar o que quero e, se não puder comprar, posso tomá-lo à força. A propaganda alcança o seu fim quando já dispensamos o propagandista e passamos nós próprios a repeti-la. [Texto de Mendo Castro Henriques].

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