Talvez o leitor já tenha tido a estranha sensação de conversar com um monge e sair dessa conversação cheio de interrogações, mas também de entrar em si com o sentimento de uma estranha serenidade. Uma sensação enigmática que nos desloca da nossa condição habitual e doméstica, para um outro nível de relação com os demais, uma outra maneira de habitar o mundo e de nos sentirmos a nós próprios. [Texto de João Paulo Costa a propósito do filme de Wim Wenders Perfect Days]












