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O futuro por (re)fazer

O futuro por (re)fazer

“Sabes, provocamos muito a terra.” E é verdade! Isso fez-me recordar do poema que se encontra em epígrafe: a terra anseia pelo nosso carinho, pelo nosso cuidado; entretanto, pouco parámos para agir sobre isso. E estamos todos doentes, nós e a terra.

Necessitam-se pessoas extravagantes

Necessitam-se pessoas extravagantes

Necessitamos hoje, mais do que nunca, de pessoas extravagantes. Imagino que seja esse o desejo de muitas pessoas, extravagante na saúde, extravagante no seu bem-estar e na riqueza, extravagante até na felicidade. Nunca nos contentamos com o essencial, queremos sempre mais e mais.

A arte da simplicidade e o minimalismo

A arte da simplicidade e o minimalismo

E logo eu que não sou nada de ler livros de estudos, auto-ajudas ou cientificos, deparei-me, certa vez, com um livro aberto em minhas mãos cujo título era A Arte da Simplicidade. Eu não tinha mais que uns 20 anos de idade e, ainda hoje, me lembro do quanto aquelas páginas me impressionaram, do quanto aquela descoberta me transformou.

Nossa Senhora da Boa Viagem em duas rodas, rogai por nós!

Nossa Senhora da Boa Viagem em duas rodas, rogai por nós!

Gosto de trabalhar em Agosto. Também gosto de guardar uns dias das minhas férias para viver na cidade que habito. Agrada-me tecer rotina longe das rotinas, quando todes constroem a sua casa longe de casa. Sempre gostei, mas este ano tem um sabor especial: marca o mês em que a rotina se volta a fazer de cabelos ao vento, na minha bicicleta, depois de uns anos sem pedalar.

A arte da simplicidade e o minimalismo

Sou uma mulher comum, mas estou viva

  Alivia-me o facto de saber que sou uma mulher comum... uma daquelas cuja submissão à normalidade alegra. Sou uma mulher comum, “Ah, que alívio!”... Sou uma mulher comum dentro de casa e dentro da vida... lavo a loiça e a roupa, zango-me com a minha filha por...

O futuro por (re)fazer

O futuro por (re)fazer

“Sabes, provocamos muito a terra.” E é verdade! Isso fez-me recordar do poema que se encontra em epígrafe: a terra anseia pelo nosso carinho, pelo nosso cuidado; entretanto, pouco parámos para agir sobre isso. E estamos todos doentes, nós e a terra.

Necessitam-se pessoas extravagantes

Necessitam-se pessoas extravagantes

Necessitamos hoje, mais do que nunca, de pessoas extravagantes. Imagino que seja esse o desejo de muitas pessoas, extravagante na saúde, extravagante no seu bem-estar e na riqueza, extravagante até na felicidade. Nunca nos contentamos com o essencial, queremos sempre mais e mais.

A arte da simplicidade e o minimalismo

A arte da simplicidade e o minimalismo

E logo eu que não sou nada de ler livros de estudos, auto-ajudas ou cientificos, deparei-me, certa vez, com um livro aberto em minhas mãos cujo título era A Arte da Simplicidade. Eu não tinha mais que uns 20 anos de idade e, ainda hoje, me lembro do quanto aquelas páginas me impressionaram, do quanto aquela descoberta me transformou.

Nossa Senhora da Boa Viagem em duas rodas, rogai por nós!

Nossa Senhora da Boa Viagem em duas rodas, rogai por nós!

Gosto de trabalhar em Agosto. Também gosto de guardar uns dias das minhas férias para viver na cidade que habito. Agrada-me tecer rotina longe das rotinas, quando todes constroem a sua casa longe de casa. Sempre gostei, mas este ano tem um sabor especial: marca o mês em que a rotina se volta a fazer de cabelos ao vento, na minha bicicleta, depois de uns anos sem pedalar.

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Perseu declara-se vítima

Testemunho

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Escrevo como sobrevivente de abuso sexual na Igreja. Estive calado trinta e seis anos. Sou acompanhado há mais de oito. Não escrevo para defender a instituição, e nada lhe devo. Defendo duas coisas apenas: os sobreviventes e a Graça. [Testemunho de um sobrevivente de abuso sexual na Igreja Católica].

Telmo Ferraz (1925-2026), cem anos a espalhar profecia

Padre da Obra da Rua morreu

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O padre Telmo Ferraz, da Obra da Rua, celebra cem anos de vida e missão. Membro do clero da Diocese de Bragança-Miranda, nasceu no Mogadouro a 25 de novembro de 1925 e começou cedo o seu sacerdócio de rebeldia e compromisso social. Denunciava a tragédia humanitária provocada pelas condições péssimas em que viviam quantos davam a vida na construção de barragens naquele Trás-os-Montes longínquo e abandonado dos anos 1950. [Texto de Tony Neves]

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