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A paz começou em Lisboa. É preciso continuar a construí-la

Testemunho

A paz começou em Lisboa. É preciso continuar a construí-la

“‘Não o bem que eu quero mas o mal que não quero, esse eu faço’. Este versículo de São Paulo ecoa dentro de mim e reflete o agridoce do humor que me acompanha depois de um dia passado na Mesquita Central de Lisboa, no âmbito da iniciativa Unidos pela Paz, onde a Comunidade Islâmica de Lisboa (CIL) abriu as portas às diferentes confissões presentes na cidade.” – O testemunho de Giovanna Campagnolo

A paz começou em Lisboa. É preciso continuar a construí-la

Testemunho

A paz começou em Lisboa. É preciso continuar a construí-la

“‘Não o bem que eu quero mas o mal que não quero, esse eu faço’. Este versículo de São Paulo ecoa dentro de mim e reflete o agridoce do humor que me acompanha depois de um dia passado na Mesquita Central de Lisboa, no âmbito da iniciativa Unidos pela Paz, onde a Comunidade Islâmica de Lisboa (CIL) abriu as portas às diferentes confissões presentes na cidade.” – O testemunho de Giovanna Campagnolo

Últimas Notícias

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Jorge Palma (1950-2026): Encosta-te a mim

Evocação

Jorge Palma (1950-2026): Encosta-te a mim

Jorge: Tão cedo partes (76 anos, apenas um ano menos do que eu, mas parece tão cedo), praticamente dois meses depois do amigo Luís Represas. Escrevo-te esta carta que já não irás ler (ou irás?). Sem evidentemente tomares consciência disso foste meu amigo, meu irmão.

“Estás tão bem para a idade!”

[Lugar (in)comum]

“Estás tão bem para a idade!”

“O envelhecimento passou a ser um exame contínuo, em que a nota de passagem é parecer ter, no mínimo, menos dez anos. E quem falha o teste – quem ganha rugas, assume os cabelos brancos, ajusta o tom da voz ou desacelera o ritmo – é visto como desleixado, como se envelhecer não fosse a consequência lógica de estar vivo.” [Texto de Júlia Costa]

Futuro da humanidade depende do modo como enfrentarmos quatro desafios dominados pelo poder

António Guterres

Futuro da humanidade depende do modo como enfrentarmos quatro desafios dominados pelo poder

A guerra, as desigualdades, as alterações climáticas e a inteligência artificial (IA) são os quatro grandes desafios que a humanidade enfrenta e, ainda que o nosso futuro dependa da forma como os enfrentarmos, é preciso reconhecer que “em todos os quatro desafios a questão decisiva é o poder”, afirmou António Guterres no seu último discurso como secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), cargo que vai deixar no final deste ano.

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