Sendo Moçambique um Estado laico, não deveria haver qualquer desconcerto com a religião; mas poderá haver algumas concessões para as crianças, nas escolas públicas, poderem completar os estudos, não cantando o hino, em respeito aos seus preceitos religiosos. Assume-se que deve haver liberdade de escolha. Mas, ao que parece, a abertura dada pelo Governo deixa também a sensação de alguma arbitrariedade, o que confunde as pessoas.












