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A caminho de novas “demandas”

A caminho de novas “demandas”

No Movimento do Graal, tanto em Portugal como no âmbito internacional, a palavra “demanda” é estruturante para estarmos sintonizadas numa busca espiritual contínua e ativa “dos mistérios insondáveis de Deus”. Mesmo estando longe das pessoas com quem partilhei mais vivências nesta procura, sobretudo em Portugal, a dinâmica sobrevive e encontra sentido em novos contextos. [Texto de Marijke de Koning]

“Sem dor, sem ganho”

[Lugar (in)comum]

“Sem dor, sem ganho”

Como é que uma expressão, originalmente utilizada para transformação física, se transforma neste dogma tóxico que confunde sofrimento com eficiência? Depois de décadas a repetir “no pain, no gain” como se fosse uma lei universal, acabámos por transformar uma frase de ginásio num dogma que legitima a exaustão.

Voz que clama no deserto: da radicalidade de João à ternura de Jesus

[Entre Margens]

Voz que clama no deserto: da radicalidade de João à ternura de Jesus

A figura de João Batista constitui uma das mais fascinantes portas de entrada para o Evangelho. Os textos evangélicos apresentam-no como aquele que prepara a chegada de Jesus, mas também como alguém cuja mensagem e estilo de vida evidenciam uma tensão profunda que acompanha toda a experiência cristã. [Texto de Vítor Rafael].

Um livro também nos pode revelar memórias

Trago comigo (16)

Um livro também nos pode revelar memórias

Neste décimo sexto texto, e último dessa rubrica que intitulamos “Trago comigo”, remetendo para a ideia de alguma coisa pessoalmente significativa que cada qual guarda na sua memória, José Centeio, usando como pretexto o livro de Irene Vallejo “Manifesto pela Leitura”, revela-nos as suas memórias na descoberta da leitura e a sua paixão pelos livros.

Vinte e cinco anos depois

7Partidas

Vinte e cinco anos depois

Em 2001, vivíamos em San Francisco. Naquela segunda-feira, dia 11 de Setembro, fomos acordados pelo meu sogro, que nos ligava da Alemanha para avisar que os EUA estavam a ser atacados. Em San Francisco era ainda madrugada; em Nova Iorque passava das nove da manhã, e as duas torres já estavam a arder. [Texto de Helena Araújo].

As pretas: o caminho é meu, o caminho é delas!

Trago comigo (15)

As pretas: o caminho é meu, o caminho é delas!

Publicamos, da autoria de Sara Jona Laisse, o décimo quinto texto dessa rubrica, que intitulamos “Trago comigo”, remetendo para a ideia de alguma coisa pessoalmente significativa que cada qual guarda na sua memória. Sara Laisse fala-nos de duas mulheres negras brasileiras: Ivone Lara e Nise da Silveira.

Deus morreu em Auschwitz?

[Entre Margens]

Deus morreu em Auschwitz?

Muitos filósofos e teólogos questionaram-se sobre a possibilidade de continuar a falar de Deus após a catástrofe do holocausto. A tragédia humana de tal genocídio foi tão avassaladora que se tornava intolerável pensar em Deus dentro dos parâmetros que as tradições religiosas e filosóficas nos legaram. O silêncio de Deus fora demasiado impressionante (e comprometedor) para passar despercebido sem beliscar a imagem que dele temos. [Texto de Jorge Paulo].

A caminho de novas “demandas”

A caminho de novas “demandas”

No Movimento do Graal, tanto em Portugal como no âmbito internacional, a palavra “demanda” é estruturante para estarmos sintonizadas numa busca espiritual contínua e ativa “dos mistérios insondáveis de Deus”. Mesmo estando longe das pessoas com quem partilhei mais vivências nesta procura, sobretudo em Portugal, a dinâmica sobrevive e encontra sentido em novos contextos. [Texto de Marijke de Koning]

“Sem dor, sem ganho”

[Lugar (in)comum]

“Sem dor, sem ganho”

Como é que uma expressão, originalmente utilizada para transformação física, se transforma neste dogma tóxico que confunde sofrimento com eficiência? Depois de décadas a repetir “no pain, no gain” como se fosse uma lei universal, acabámos por transformar uma frase de ginásio num dogma que legitima a exaustão.

Voz que clama no deserto: da radicalidade de João à ternura de Jesus

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A figura de João Batista constitui uma das mais fascinantes portas de entrada para o Evangelho. Os textos evangélicos apresentam-no como aquele que prepara a chegada de Jesus, mas também como alguém cuja mensagem e estilo de vida evidenciam uma tensão profunda que acompanha toda a experiência cristã. [Texto de Vítor Rafael].

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Neste décimo sexto texto, e último dessa rubrica que intitulamos “Trago comigo”, remetendo para a ideia de alguma coisa pessoalmente significativa que cada qual guarda na sua memória, José Centeio, usando como pretexto o livro de Irene Vallejo “Manifesto pela Leitura”, revela-nos as suas memórias na descoberta da leitura e a sua paixão pelos livros.

Vinte e cinco anos depois

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Em 2001, vivíamos em San Francisco. Naquela segunda-feira, dia 11 de Setembro, fomos acordados pelo meu sogro, que nos ligava da Alemanha para avisar que os EUA estavam a ser atacados. Em San Francisco era ainda madrugada; em Nova Iorque passava das nove da manhã, e as duas torres já estavam a arder. [Texto de Helena Araújo].

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Publicamos, da autoria de Sara Jona Laisse, o décimo quinto texto dessa rubrica, que intitulamos “Trago comigo”, remetendo para a ideia de alguma coisa pessoalmente significativa que cada qual guarda na sua memória. Sara Laisse fala-nos de duas mulheres negras brasileiras: Ivone Lara e Nise da Silveira.

Deus morreu em Auschwitz?

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Muitos filósofos e teólogos questionaram-se sobre a possibilidade de continuar a falar de Deus após a catástrofe do holocausto. A tragédia humana de tal genocídio foi tão avassaladora que se tornava intolerável pensar em Deus dentro dos parâmetros que as tradições religiosas e filosóficas nos legaram. O silêncio de Deus fora demasiado impressionante (e comprometedor) para passar despercebido sem beliscar a imagem que dele temos. [Texto de Jorge Paulo].

Últimas Notícias

Últimas Notícias

Deus morreu em Auschwitz?

[Entre Margens]

O conflito israelo-palestiniano novidade

Os trágicos acontecimentos que se sucederam a sete de outubro de 2023, que muitas instituições internacionais credíveis não temem chamar genocídio, provocaram em mim uma urgente necessidade de me informar melhor acerca do conflito israelo-palestiniano e das suas causas profundas. O que vim a descobrir alterou significativamente a minha posição face a este conflito. [Texto de Jorge Paulo].

“Primeiro estranha-se, depois entranha-se”

[Lugar (in)comum]

“Primeiro estranha-se, depois entranha-se” novidade

A frase transformou-se quase num dogma nacional, uma espécie de justificação para tudo o que é absurdo, desagradável ou medíocre. Se a música é má, se a moda é ridícula ou se o novo horário de trabalho é incomportável, o diagnóstico é sempre o mesmo: é só uma questão de tempo, estranha-se agora, entranha-se depois. [Texto de Júlia Costa]

João da Cruz: poesia e mística

Ano Jubilar São João da Cruz (9)

João da Cruz: poesia e mística novidade

Até Dezembro decorre o ano jubilar de São João da Cruz, celebrando o terceiro centenário da canonização e os 100 anos da sua proclamação como Doutor da Igreja Católica. O jubileu tem como lema “A esperança alcança tanto quanto espera” e propõe itinerários de renovação espiritual e mística. A propósito do ano jubilar, o 7MARGENS propõe mensalmente, aos dias 13/14 (assinalando o dia da sua morte, a 14 de Dezembro de 1591), um conjunto de textos do padre carmelita e teólogo Armindo Vaz. 

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