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168 milhões de crianças sem aulas há um ano

168 milhões de crianças sem aulas há um ano

A Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) estima que mais de 168 milhões de crianças em todo o mundo perderam um inteiro ano escolar devido ao encerramento continuado das suas escolas e que cerca de 214 milhões ficaram sem mais de três quartos do tempo letivo desde o início da pandemia.

Precisamos de nos ouvir (21) – Luísa Ribeiro Ferreira: Um confinamento na companhia de Espinosa

Precisamos de nos ouvir (21) – Luísa Ribeiro Ferreira: Um confinamento na companhia de Espinosa

Recebi do 7MARGENS um convite para escrever sobre a minha experiência desta pandemia, partilhando a fragilidade da condição que actualmente vivemos. Respondo recorrendo a Espinosa, o filósofo com quem mais tenho dialogado e que durante o presente confinamento revisitei várias vezes, quer por obrigação (atendendo a compromissos) quer por devoção (a leitura das suas obras é sempre gratificante).

Precisamos de nos ouvir (20) – P. Luís Marinho: A quem pertences?

Precisamos de nos ouvir (20) – P. Luís Marinho: A quem pertences?

A liturgia daquele 2º domingo de setembro de 2020 dava-nos a ouvir breves e incisivas frases da Carta aos Romanos: “Nenhum de nós vive para si mesmo e nenhum de nós morre para si mesmo. Se vivemos, vivemos para o Senhor, e se morremos, morremos para o Senhor.” A minha memória foi tomada pela letra de uma canção que povoou o meu imaginário juvenil – um sentido grito de liberdade!

“O povo é carvão para queimar”: o projeto genocida da “gestão” da pandemia no Brasil (análise)

“O povo é carvão para queimar”: o projeto genocida da “gestão” da pandemia no Brasil (análise)

A população vai acordar para a dimensão da tragédia? A pilha de cadáveres vai crescendo mas o Brasil é grande demais, são 212 milhões de habitantes, o que significam 250 mil mortos diante disso? As pessoas morrem porque foi a vontade de Deus, porque já iam morrer mesmo, porque todo mundo vai morrer um dia. Uma análise sobre a crise pandémica no Brasil e a forma como ela (não) tem sido combatida pelo governo federal. 

Precisamos de nos ouvir (16) – Pedro Bacelar de Vasconcelos: A maldita pandemia

Precisamos de nos ouvir (16) – Pedro Bacelar de Vasconcelos: A maldita pandemia

A pandemia é um mal apocalíptico. Continuamos sem saber ao certo de onde veio nem o que é, salvo o reconhecimento elementar que facultou o fabrico em tempo recorde de um expediente imunizador, a ansiada vacina, mas nada de seguro se encontrou que a possa curar. Dos efeitos que provoca, todavia, sabemos quase tudo, a cada momento.

168 milhões de crianças sem aulas há um ano

168 milhões de crianças sem aulas há um ano

A Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) estima que mais de 168 milhões de crianças em todo o mundo perderam um inteiro ano escolar devido ao encerramento continuado das suas escolas e que cerca de 214 milhões ficaram sem mais de três quartos do tempo letivo desde o início da pandemia.

Precisamos de nos ouvir (21) – Luísa Ribeiro Ferreira: Um confinamento na companhia de Espinosa

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Recebi do 7MARGENS um convite para escrever sobre a minha experiência desta pandemia, partilhando a fragilidade da condição que actualmente vivemos. Respondo recorrendo a Espinosa, o filósofo com quem mais tenho dialogado e que durante o presente confinamento revisitei várias vezes, quer por obrigação (atendendo a compromissos) quer por devoção (a leitura das suas obras é sempre gratificante).

Precisamos de nos ouvir (20) – P. Luís Marinho: A quem pertences?

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A liturgia daquele 2º domingo de setembro de 2020 dava-nos a ouvir breves e incisivas frases da Carta aos Romanos: “Nenhum de nós vive para si mesmo e nenhum de nós morre para si mesmo. Se vivemos, vivemos para o Senhor, e se morremos, morremos para o Senhor.” A minha memória foi tomada pela letra de uma canção que povoou o meu imaginário juvenil – um sentido grito de liberdade!

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Perseu declara-se vítima

Testemunho

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Escrevo como sobrevivente de abuso sexual na Igreja. Estive calado trinta e seis anos. Sou acompanhado há mais de oito. Não escrevo para defender a instituição, e nada lhe devo. Defendo duas coisas apenas: os sobreviventes e a Graça. [Testemunho de um sobrevivente de abuso sexual na Igreja Católica].

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O padre Telmo Ferraz, da Obra da Rua, celebra cem anos de vida e missão. Membro do clero da Diocese de Bragança-Miranda, nasceu no Mogadouro a 25 de novembro de 1925 e começou cedo o seu sacerdócio de rebeldia e compromisso social. Denunciava a tragédia humanitária provocada pelas condições péssimas em que viviam quantos davam a vida na construção de barragens naquele Trás-os-Montes longínquo e abandonado dos anos 1950. [Texto de Tony Neves]

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