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Ceuta: vigília para rezar e “compreender o desastre humanitário” de 30 e 31 de julho

Para 14 de agosto

Ceuta: vigília para rezar e “compreender o desastre humanitário” de 30 e 31 de julho

O bispo auxiliar de Sevilha e administrador apostólico da diocese de Cádiz e Ceuta, Ramón Valdivia, convocou uma vigília pela paz, justiça e estabilidade em Ceuta para “voltar o olhar para Deus em resposta a esta crise humanitária e de confiança” e para procurar entender “o desastre humanitário gerado pela ambição e pela corrupção” vivido por milhares de “jovens sem futuro que se lançaram no desconhecido, impulsionados apenas por slogans políticos ou promessas mal-intencionadas”.

“A solução não é combater as pessoas migrantes, mas combater os discursos de ódio e racismo”

Bispo Pedro Fernandes

“A solução não é combater as pessoas migrantes, mas combater os discursos de ódio e racismo”

Para enfrentar “as vagas migratórias por vezes desproporcionadas para os mecanismos de integração” existentes, “a solução não é combater as pessoas migrantes, mas é combater os discursos de ódio e racismo”, garantindo-lhes “melhores condições de acolhimento” e produzindo “legislação responsável que respeite os quatro verbos fundamentais que a Doutrina Social da Igreja preconiza: acolher, proteger, promover e integrar”– lê-se na mensagem do bispo de Portalegre-Castelo Branco, Pedro Fernandes, para a Semana Nacional das Migrações.

De 125 Azul [Palavra] até à outra margem

[Metáforas vivas]

De 125 Azul [Palavra] até à outra margem

Este texto corresponde à homilia de domingo, 9 de agosto, [domingo xix do tempo comum ― a ― 2026 , 1º dia da semana nacional da mobilidade humana], proferida pelo padre Joaquim Félix na igreja matriz da paróquia de Fragoso (S. Pedro), no arciprestado de Barcelos.

Ceuta: vigília para rezar e “compreender o desastre humanitário” de 30 e 31 de julho

Para 14 de agosto

Ceuta: vigília para rezar e “compreender o desastre humanitário” de 30 e 31 de julho

O bispo auxiliar de Sevilha e administrador apostólico da diocese de Cádiz e Ceuta, Ramón Valdivia, convocou uma vigília pela paz, justiça e estabilidade em Ceuta para “voltar o olhar para Deus em resposta a esta crise humanitária e de confiança” e para procurar entender “o desastre humanitário gerado pela ambição e pela corrupção” vivido por milhares de “jovens sem futuro que se lançaram no desconhecido, impulsionados apenas por slogans políticos ou promessas mal-intencionadas”.

“A solução não é combater as pessoas migrantes, mas combater os discursos de ódio e racismo”

Bispo Pedro Fernandes

“A solução não é combater as pessoas migrantes, mas combater os discursos de ódio e racismo”

Para enfrentar “as vagas migratórias por vezes desproporcionadas para os mecanismos de integração” existentes, “a solução não é combater as pessoas migrantes, mas é combater os discursos de ódio e racismo”, garantindo-lhes “melhores condições de acolhimento” e produzindo “legislação responsável que respeite os quatro verbos fundamentais que a Doutrina Social da Igreja preconiza: acolher, proteger, promover e integrar”– lê-se na mensagem do bispo de Portalegre-Castelo Branco, Pedro Fernandes, para a Semana Nacional das Migrações.

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Joana Lopes: 88 cravos à sua memória

[Entre Margens]

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No próximo Domingo, 11 de Outubro, Joana Lopes, que nos deixou a 5 de Fevereiro deste ano, completaria 88 anos. A Joana teve um papel importante na resistência católica contra a ditadura, tendo levado a cabo lutas muito importantes em que denunciava a guerra colonial. Tinha também uma atividade cívica intensa, assumindo a defesa de lutas políticas essenciais que não são menos importantes no nosso tempo. [Texto de Filipe Moisés].

Logo ao sair da água, viu os céus rasgarem-se …

[Arquipélago Jerusalém]

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Acordamos e consultamos as notícias e fica a impressão que o mundo está muito desarrumado e que somos impotentes para o modificar; que pouco podemos fazer contra a ideologia  trumpista, putinista e xijinpinguista – que mistura consumismo e força bruta: preciso de poder comprar o que quero e, se não puder comprar, posso tomá-lo à força. A propaganda alcança o seu fim quando já dispensamos o propagandista e passamos nós próprios a repeti-la. [Texto de Mendo Castro Henriques].

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