2026 bate recorde
Batismos de adolescentes e adultos continuam a aumentar em França
Em 2025, mais de 17.800 catecúmenos, adultos e adolescentes, foram batizados em França durante a Vigília Pascal (mais 45% do que no ano anterior) e tudo indica que este ano o número superará o registado em 2025.
Rainhas anónimas, princesas reconhecidas: nomes com história
Sou filha de um matsua e de uma bitonga, ambos são da província de Inhambane. O meu pai era filho de uma bitonga, que o educara naquela cultura. Eu fui uma criança culturalmente bitonga, embora tenha nascido num território ronga, em Maputo. Somos todos do sul de Moçambique. Entretanto, depois de se separar do pai do meu pai, a minha avó tornou-se esposa de um machuabo.
Monstros lendários: a rainha corona, um bicho, um xitukulumukumba e uma zuzu são momomos
A geração dos anos 40 cresceu intimidada pelos pais, sobre a existência de um bicho que nunca chegou a ver. Mas foi um bicho que a educou de forma rígida. Viveu o tempo todo obedecendo cegamente aos pais, em tudo o que fosse necessário. Não foi uma geração questionadora, pelo menos no que a assuntos domésticos dizia respeito. Uma palavra dos seus pais era de ordem.
Profetadas
Com a base de apoio progressivamente reduzida, o Presidente do Brasil estriba-se cada vez mais nos líderes religiosos do sector neopentecostal, fazendo tábua rasa do Estado laico e promovendo uma perigosa promiscuidade entre política e religião, que só pode vir a dar mau resultado no futuro.
Ouve-se e custa a acreditar, mas o “Polígrafo SIC” comprovou a veracidade dos factos relatados, no âmbito duma parceria de fact-checking com o Facebook, destinada a avaliar a veracidade das informações que circulam nessa rede social. Bolsonaro determinava uma “proclamação santa” anunciando um jejum religioso contra a pandemia do coronavírus, à qual teriam aderido os “maiores líderes evangélicos” do país.
“Pfukùár” a humanidade
Vivíamos “aparentemente” felizes o limiar do ano 2020. O tal que, por ser capicua, dizia-se que prenunciava beleza, alegria, bem-estar e todas as boas coisas ligadas à estética. Mesmo quem não estivesse feliz, “entrava na onda” e era como se estivesse, porque a aura do início de um novo ano, de um modo geral, faz pensar que muita coisa irá mudar para o melhor. Alguns se esquecem, tal como se tem dito, que o dia que marca o ano novo é apenas mais uma data no calendário e que quem tem de mudar somos nós.
Varanasi, a “cidade dos mortos” da Índia, também está vazia
Todos os dias, chegam entre 200 a 300 mortos a Varanasi, a mística cidade indiana à beira do rio Ganges onde os hindus acreditam que, ao serem cremados e lançados à água, a sua alma é libertada. Ou melhor, chegavam. Porque também aqui, naquela que é considerada a cidade mais sagrada da Índia, existe um antes e depois da pandemia de covid-19. E desde que o governo decretou quarentena obrigatória a 1,3 mil milhões de habitantes na segunda nação mais populosa do planeta, não foram só os vendedores ambulantes que deixaram de atulhar as ruas ou os tuk tuks que fizeram o trânsito respirar de alívio: as piras dos crematórios junto ao rio Ganges, que dia e noite enchiam o céu de fumo, também tiveram tréguas.
Diários de quarentena (20): Coronam Vitae e Quando chovia em abril
Quando chovia em abril, o cheiro da terra molhada era tão forte como a cor da mimosa amarela, naqueles dias da Semana Santa, em que eu corria a abrigar-me debaixo do seu tronco, a chorar a Paixão de Cristo e os pecados do mundo.
Arcebispo de Madrid oferece-se para garantir “adeus adequado” aos mortos de coronavírus na diocese
O arcebispo de Madrid, cardeal Carlos Osoro, está em conversações com o presidente da câmara da capital espanhola, José Luis Martínez-Almeida, para garantir que as pessoas falecidas na sequência da pandemia de covid-19 na cidade recebam o “adeus mais adequado possível”.
“No meio do caminho”: pedras, sombras, maridos e mulheres da noite
Há um fenómeno de índole espiritual, o marido ou a mulher da noite, de que se fala, em surdina, em Moçambique. Trata-se de um cônjuge invisível, com o qual um parceiro não estabelece um pacto, mas existe entre ele e uma outra pessoa, homem ou mulher, uma ligação marital.
Rainhas anónimas, princesas reconhecidas: nomes com história
Sou filha de um matsua e de uma bitonga, ambos são da província de Inhambane. O meu pai era filho de uma bitonga, que o educara naquela cultura. Eu fui uma criança culturalmente bitonga, embora tenha nascido num território ronga, em Maputo. Somos todos do sul de Moçambique. Entretanto, depois de se separar do pai do meu pai, a minha avó tornou-se esposa de um machuabo.
Monstros lendários: a rainha corona, um bicho, um xitukulumukumba e uma zuzu são momomos
A geração dos anos 40 cresceu intimidada pelos pais, sobre a existência de um bicho que nunca chegou a ver. Mas foi um bicho que a educou de forma rígida. Viveu o tempo todo obedecendo cegamente aos pais, em tudo o que fosse necessário. Não foi uma geração questionadora, pelo menos no que a assuntos domésticos dizia respeito. Uma palavra dos seus pais era de ordem.
Profetadas
Com a base de apoio progressivamente reduzida, o Presidente do Brasil estriba-se cada vez mais nos líderes religiosos do sector neopentecostal, fazendo tábua rasa do Estado laico e promovendo uma perigosa promiscuidade entre política e religião, que só pode vir a dar mau resultado no futuro.
Ouve-se e custa a acreditar, mas o “Polígrafo SIC” comprovou a veracidade dos factos relatados, no âmbito duma parceria de fact-checking com o Facebook, destinada a avaliar a veracidade das informações que circulam nessa rede social. Bolsonaro determinava uma “proclamação santa” anunciando um jejum religioso contra a pandemia do coronavírus, à qual teriam aderido os “maiores líderes evangélicos” do país.
“Pfukùár” a humanidade
Vivíamos “aparentemente” felizes o limiar do ano 2020. O tal que, por ser capicua, dizia-se que prenunciava beleza, alegria, bem-estar e todas as boas coisas ligadas à estética. Mesmo quem não estivesse feliz, “entrava na onda” e era como se estivesse, porque a aura do início de um novo ano, de um modo geral, faz pensar que muita coisa irá mudar para o melhor. Alguns se esquecem, tal como se tem dito, que o dia que marca o ano novo é apenas mais uma data no calendário e que quem tem de mudar somos nós.
Varanasi, a “cidade dos mortos” da Índia, também está vazia
Todos os dias, chegam entre 200 a 300 mortos a Varanasi, a mística cidade indiana à beira do rio Ganges onde os hindus acreditam que, ao serem cremados e lançados à água, a sua alma é libertada. Ou melhor, chegavam. Porque também aqui, naquela que é considerada a cidade mais sagrada da Índia, existe um antes e depois da pandemia de covid-19. E desde que o governo decretou quarentena obrigatória a 1,3 mil milhões de habitantes na segunda nação mais populosa do planeta, não foram só os vendedores ambulantes que deixaram de atulhar as ruas ou os tuk tuks que fizeram o trânsito respirar de alívio: as piras dos crematórios junto ao rio Ganges, que dia e noite enchiam o céu de fumo, também tiveram tréguas.
Diários de quarentena (20): Coronam Vitae e Quando chovia em abril
Quando chovia em abril, o cheiro da terra molhada era tão forte como a cor da mimosa amarela, naqueles dias da Semana Santa, em que eu corria a abrigar-me debaixo do seu tronco, a chorar a Paixão de Cristo e os pecados do mundo.
Arcebispo de Madrid oferece-se para garantir “adeus adequado” aos mortos de coronavírus na diocese
O arcebispo de Madrid, cardeal Carlos Osoro, está em conversações com o presidente da câmara da capital espanhola, José Luis Martínez-Almeida, para garantir que as pessoas falecidas na sequência da pandemia de covid-19 na cidade recebam o “adeus mais adequado possível”.
“No meio do caminho”: pedras, sombras, maridos e mulheres da noite
Há um fenómeno de índole espiritual, o marido ou a mulher da noite, de que se fala, em surdina, em Moçambique. Trata-se de um cônjuge invisível, com o qual um parceiro não estabelece um pacto, mas existe entre ele e uma outra pessoa, homem ou mulher, uma ligação marital.
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