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Sentinelas da Casa Comum

[Metáforas vivas]

Sentinelas da Casa Comum

Este texto corresponde à homilia de domingo, 6 de setembro, [domingo xxiii do tempo comum ― a ― 2026], proferida pelo padre Joaquim Félix na igreja matriz de Fragoso (S. Pedro), no arciprestado de Barcelos.

“Caminho sinodal e mulheres: estamos satisfeitas? Não!”

Entre Margens

“Caminho sinodal e mulheres: estamos satisfeitas? Não!”

“No caminho sinodal, por várias vezes, formal e informalmente, sentimo-nos balouçadas entre um passo em frente e dois atrás: uma frase de abertura do bispo de turno e uma declaração do Papa que fechava todas as possibilidades de diálogo. Os tempos não estão maduros para o diaconato: não estão maduros para quem? Que medos escondem estas resistências?” Uma reflexão de Patrizia Monte

Nunca ouviu falar de Santa Febe? Eis a razão

Entre Margens

Nunca ouviu falar de Santa Febe? Eis a razão

A oportunidade anual da Igreja Católica para ignorar a história das mulheres diáconos repete-se neste dia 3 de setembro, Festa de Santa Febe, diácona da Igreja de Cencreia. Nunca ouviu falar dela? Isso é porque, em 1969, o calendário da Igreja alterou o dia festivo formal de São Gregório Magno da data da sua morte (12 de março) para a data em que ele foi eleito papa (convenientemente, 3 de setembro), ofuscando-a. [Texto de Phyllis Zagano].

Irmã Elisabete Almendra: “No Sudão do Sul, há abusos na sociedade e na Igreja – e uma cultura de silêncio”

Entrevista ao 7MARGENS

Irmã Elisabete Almendra: “No Sudão do Sul, há abusos na sociedade e na Igreja – e uma cultura de silêncio”

Os olhos da irmã Elisabete Almendra podiam ser azuis cor do mar da Ericeira que a viu crescer, mas são castanhos cor do chão que todos os dias calcorreia no Sudão do Sul. Brilham ainda mais cada vez que fala da sua missão naquele país africano, mas esse brilho desvanece-se quando descreve uma sociedade desigual e uma Igreja clerical, onde os abusos são muitas vezes perpetrados e dificilmente denunciados.

“Caminho sinodal e mulheres: estamos satisfeitas? Não!”

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“No caminho sinodal, por várias vezes, formal e informalmente, sentimo-nos balouçadas entre um passo em frente e dois atrás: uma frase de abertura do bispo de turno e uma declaração do Papa que fechava todas as possibilidades de diálogo. Os tempos não estão maduros para o diaconato: não estão maduros para quem? Que medos escondem estas resistências?” Uma reflexão de Patrizia Monte

Nunca ouviu falar de Santa Febe? Eis a razão

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A oportunidade anual da Igreja Católica para ignorar a história das mulheres diáconos repete-se neste dia 3 de setembro, Festa de Santa Febe, diácona da Igreja de Cencreia. Nunca ouviu falar dela? Isso é porque, em 1969, o calendário da Igreja alterou o dia festivo formal de São Gregório Magno da data da sua morte (12 de março) para a data em que ele foi eleito papa (convenientemente, 3 de setembro), ofuscando-a. [Texto de Phyllis Zagano].

Irmã Elisabete Almendra: “No Sudão do Sul, há abusos na sociedade e na Igreja – e uma cultura de silêncio”

Entrevista ao 7MARGENS

Irmã Elisabete Almendra: “No Sudão do Sul, há abusos na sociedade e na Igreja – e uma cultura de silêncio”

Os olhos da irmã Elisabete Almendra podiam ser azuis cor do mar da Ericeira que a viu crescer, mas são castanhos cor do chão que todos os dias calcorreia no Sudão do Sul. Brilham ainda mais cada vez que fala da sua missão naquele país africano, mas esse brilho desvanece-se quando descreve uma sociedade desigual e uma Igreja clerical, onde os abusos são muitas vezes perpetrados e dificilmente denunciados.

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